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Eletronuclear vai reforçar ações contra deslizamentos de terra nas usinas de Angra

30 Mar 2011 - 10h28Por Agência Brasil

A Eletronuclear pretende reforçar as ações de prevenção a deslizamentos de terra e enchentes na área onde estão instaladas as usinas nucleares brasileiras, em Angra dos Reis (RJ). A revisão dos processos de segurança não está relacionada à parte tecnológica das usinas, assegurou hoje (29) à Agência Brasil o coordenador de Comunicação e Segurança da Eletronuclear, José Manuel Diaz Francisco.

Ele explicou que a estatal mantém um monitoramento constante da área no entorno das usinas, mas, agora, pretende contratar uma empresa para fazer, de forma independente, a verificação desses pontos.

A Eletronuclear também estuda a possibilidade de construir dois píeres para que a população de Angra dos Reis também possa deixar a região por navios, em caso de acidente nuclear. O plano atual prevê apenas a evacuação por rotas terrestres, que incluem a rodovia federal Rio-Santos e a estrada estadual que liga Angra dos Reis à Rodovia Presidente Dutra. A saída por mar seria mais uma alternativa de fuga. A empresa já tem estudos para construção dos atracadouros.

Outro ponto em discussão é a criação de mais alternativas de suprimento elétrico. As usinas nucleares podem receber energia pelas linhas de transmissão atuais e por geradores a óleo diesel. A Eletronuclear estuda, como alternativa, a construção de uma pequena central hidrelétrica (PCH) na região ou a instalação de uma uma turbina a gás. “Temos estudos em andamento para buscar mais alternativas, apesar de hoje nós atendermos a todas as especificações de projeto, as exigências do órgão regulador brasileiro, que é a Comissão Nacional de Energia Nuclear, e as melhores práticas dadas pela Agência Internacional de Energia Atômica, que é um órgão das Nações Unidas", disse o diretor.

José Manuel Diaz Francisco lembrou que todos esses projetos demandam licenciamento ambiental. No caso dos píeres, por exemplo, a obra envolveria dragagens para acesso de barcos maiores. “Não é um processo imediato. É uma interferência [no meio ambiente] e tem que ser considerada”. O mesmo ocorre em relação à PCH. “Enquanto eu não tenho o processo desenvolvido, não posso dar prazos”.

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