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Estado lidera a inclusão de animais no cadastro do novo Sisbov

1 Ago 2007 - 17h25
O estado do Mato Grosso do Sul tem o maior número de animais vivos incluídos no novo Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov), com 1,397 milhão de animais cadastrados.  Em todo o país, até agora, cerca de seis milhões de animais foram incluídos no Banco Nacional de Dados do Sisbov.
 
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (1), pelo coordenador de Sistemas de Rastreabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Serguei Brener. No antido sistema, o Estado contava com 8,5 milhões de animais no banco de dados do antigo Sisbov.
 
“Os pecuaristas do Mato Grosso do Sul estão na expectativa da abertura do mercado externo e estão se antecipando”, avaliou o coordenador referindo-se à possibilidade de o estado voltar a exportar carne após o controle dos focos de febre aftosa ocorridos em 2005.
 
De acordo com Brener, somente no mês de julho 1,41 milhões de animais migraram, o que dá uma média diária de 47 mil cabeças ou 33 animais por segundo.
 
“Esse número atende à demanda brasileira de animais rastreados cuja carne é destinada para exportação. E essa crescente transferência mostra que o produtor está alerta”, explicou. Atualmente, 54 países exigem a rastreabilidade para importar carne, incluindo a União Européia.
 
O prazo para os pecuaristas aderirem ao novo Sisbov termina no dia 31 de dezembro deste ano. “Os animais que não migrarem serão excluídos do sistema após a data limite. As datas estão sendo rigorosamente cumpridas”, alertou Brener. Cerca de 72 milhões de animais estavam registrados no antigo Sisbov.
 
A expectativa do coordenador é de que na próxima etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa haja uma expressiva adesão dos pecuaristas, que aproveitam a oportunidade em que o gado está reunido, para fazer a identificação do animal por meio da brincagem. “Esta identificação já é meio caminho andado para a inclusão no sistema”.
 
O coordenador salientou ainda que os frigoríficos têm estimulado o produtor a efetuar o cadastro no Sisbov pagando cerca de R$ 2,00 a mais pela arroba em comparação com animais não rastreados.
 
“O custo que o produtor tem é na auditoria para certificar e aprovar a propriedade, conforme a exigência do mercado comprador. Mas este custo é compensado com o preço maior pela arroba”.
 
Na avaliação de Serguei Brener, além de atender as exigências dos países importadores, a rastreabilidade pode gerar ganhos na propriedade. “O produtor tem maior controle do desempenho de cada animal, aproveita os dados para buscar outros ganhos e gerencia melhor o seu negócio”.
 
Atualmente, 53 empresas estão autorizadas pelo Ministério da Agricultura para fazer a certificação. Brener disse que esse número de certificadoras dá margem aos pecuaristas negociarem os custos. “A concorrência pode mexer no custo, pois o diferencial em relação ao sistema antigo está justamente na auditoria para certificar e aprovar a propriedade”.
 
 
 
MS Notícias

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