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14 de Outubro de 2004 09h22

Cresce o número de empresas sem empregados

O número de empresas sem empregados no país está crescendo. A constatação é do Cadastro Central de Empresas, organizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os dados são referentes ao ano de 2002. Segundo a pesquisa, o número de sócios e proprietários no país aumentou 12,3% de 2001 para 2002. O percentual é superior ao crescimento do total de pessoal assalariado, de 5,7%. O resultado intensifica a tendência já verificada em 2001, quando o aumento do número de sócios e proprietários foi de 8,1%.

Em 2002 foram registradas cerca de cinco milhões de empresas e outras organizações. Deste total, 90,5% eram empresas, 0,3%, órgãos de administração pública, como administração central, saúde, ensino, defesa e seguridade; e 9,2% eram entidades sem fins lucrativos. Entre o pessoal assalariado, o rendimento médio mensal foi de R$ 840,13, o que correspondia a 4,3 salários mínimos.

O número de empresas que contam apenas com a mão-de-obra de seus proprietários chega a 68,3% do total de 4,5 milhões existentes. O principal destaque ficou com o Comércio, que concentrou 55,8% das empresas. Em seguida, atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas, com 13,9%, e as indústrias de transformação, com 8,2%.

A quase totalidade das empresas sem empregados, ou 99,4%, contam com até quatro proprietários e ocupam 96,1% dos sócios e proprietários. Empresas com número maior de proprietários são, em sua maioria, cooperativas.

Na comparação com 2001, o número de empresas formadas apenas por sócios ou proprietários aumentou 6,3% e passou de 2,9 milhões para 3,1 milhões de unidades.

As novas empresas sem empregados concentraram negócios em atividades ligadas ao comércio varejista de artigos de vestuário, materiais de construção, peças para automóveis, lojas de conveniência, de equipamentos e materiais para escritório e informática e em atividades ligadas ao setor de serviços, como lanchonetes, restaurantes, transporte rodoviário, serviços de arquitetura e engenharia, assessoria e gestão empresarial. Estas atividades normalmente exigem pouco investimento em capital.
 
 
Folha Online
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