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Últimas notícias de coronavírus no Mundo de 27 de abril

Número de casos no mundo se aproxima de três milhões. China retoma aulas escolares em algumas cidades. Espanha volta a ter alta de mortes em 24 horas

27 Abr 2020 - 13h21Por G1

O levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins desta segunda-feira (27) aponta que há mais de 2,9 milhões de casos confirmados de coronavírus e mais de 206 mil mortes em todo o mundo por complicações da Covid-19.

Quase um terço de todas as confirmações de casos de coronavírus do mundo está nos Estados Unidos. O país tem cerca de 965 mil confirmações e ao menos 54 mil mortes.

No Brasil foram registradas 4,2 mil mortes provocadas pela Covid-19 e 60 mil casos confirmados da doença em todo o país, segundo o Ministério da Saúde.

Os estudantes do ensino médio de Pequim e Xangai, na China, voltaram às aulas nesta segunda-feira (27), após quatro meses de férias devido à pandemia de coronavírus. Para isso, o país adotou medidas de segurança, com máscaras, desinfecção de áreas e controles de temperatura.

Alunos usando máscaras chegam para aulas na China  Foto: GREG BAKER / AFP

Alunos usando máscaras chegam para aulas na China — Foto: GREG BAKER / AFP

A Itália registrou 333 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, 73 a mais que no domingo. Já são cerca de 27 mil óbitos e quase 200 mil casos confirmados desde o início da pandemia.

A África já tem mais de 31 mil casos do coronavírus confirmados. Também já são mais de 1.400 mortes no continente.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, declarou em coletiva nesta segunda-feira (27) que "a pandemia do coronavírus está longe de acabar". Segundo ele, ainda há muitos casos não reportados pelo mundo por conta da falta de testes.

O Reino Unido registrou mais 360 mortes pelo coronavírus nas últimas 24 horas. O total desde o início da pandemia é de 21.092 óbitos.

O escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) expressou preocupação nesta segunda-feira (27) com mais de uma dezena de países que declararam estados de emergência devido à pandemia de Covid-19 onde a polícia prendeu ou deteve centenas de milhares de pessoas e matou outras.

A Rússia passou a China em número de casos do coronavírus: agora são mais de 87 mil, enquanto o país oriental registra cerca de 84 mil. Já em mortes os chineses seguem bem à frente, com mais de 4 mil, contra 794 do país europeu.

O Ministério da Saúde da Espanha anunciou nesta segunda-feira (27) mais 331 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, o que deixa em 23.521 o total de óbitos da pandemia. Os 288 falecimentos no domingo (26) haviam sido o menor número em cinco semanas.

Na Suíça, onde a epidemia de coronavírus perdeu força, salões de cabeleireiros, lojas de material de construção, estúdios de tatuagens e consultórios médicos reabriram após seis semanas de fechamento.

Salões de beleza e floriculturas também podem abrir, e pessoas de fora da família imediata podem participar de funerais.

O Irã registrou mais 96 mortes pelo coronavírus nas últimas 24 horas. O total agora é de 5.806, além de mais de 91 mil infecções.

+ Como será viajar após a pandemia? Sandra Cohen analisa

A Nova Zelândia acredita estar muito perto da eliminação do coronavírus no país, já que os números da doença são quase nulos. Nesta segunda, as autoridades divulgaram mais um novo caso, outros quatro "prováveis" e uma morte. Mesmo assim, o governo pede atenção para evitar uma nova onda de infecções.

A Noruega reabriu nesta segunda-feira as escolas para um novo grupo de crianças, de seis a dez anos, na nova etapa de uma normalização muito lenta e progressiva, que preocupa alguns pais. As aulas serão para no máximo 15 alunos.

Choque com a ciência

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro avaliou que as implicações econômicas da pandemia seriam mais duras para a população do que as consequências na área da saúde. A avaliação do presidente levou a um atrito que culminou na exoneração do ministro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, ao lado do então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta  Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente da República, Jair Bolsonaro, ao lado do então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta — Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

“Nós fizemos o nosso ministério em cima de três pilares: uma defesa intransigente da vida, uma defesa intransigente do SUS e uma defesa intransigente da ciência. O comportamento do presidente bateu de frente com a ciência, com o SUS e com a vida”, afirmou Mandetta em uma live do Movimento Brasil Livre (MBL) na noite de domingo (26).

A partir daí, na avaliação do ex-ministro “ficou impossível”. “”Eu não podia sair das minhas prerrogativas e ele não podia sair das dele. Então, ele resolveu substituir o ministro, não o Luiz Henquie Mandetta, mas acho que ele exonerou ali a ciência, que a gente estava tentando seguir”, declarou.

Pelo mundo

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, negou nesta segunda-feira (27), por meio de seu porta-voz, ter amenizado, sob pressão de Pequim, um relatório sobre as campanhas de desinformação lideradas pela China.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, recuperado da Covid-19, retomou nesta segunda-feira (27) o comando do governo e da controversa gestão do combate à pandemia de coronavírus, com a declaração de que o país "começou a inverter a tendência", mas deve prosseguir com o confinamento.

As aulas presenciais em todos os estabelecimentos de ensino do Paraguai ficarão suspensas até dezembro. O país começará a abandonar a quarentena obrigatória, gradualmente, a partir de 4 de maio. Até o momento, estão autorizados a funcionar apenas supermercados, farmácias, bancos e empresas financeiras

Mais de 200 médicos e pessoal da saúde de Cuba chegaram à África do Sul, nesta segunda-feira (27), para participar da luta contra o novo coronavírus no país mais afetado pela pandemia na África.

No Marrocos, homens homossexuais que têm perfis em aplicativos de paquera tiveram suas fotos vazadas na internet nas últimas semanas, de acordo com grupos ativistas do país. O fechamento de bares gays no mundo por causa da quarentena em resposta à Covid-19 fez com que o uso de aplicativos para encontros aumentasse.

A Austrália lançou um aplicativo para smartphones destinado a rastrear os contatos das pessoas infectadas com o novo coronavírus, com o objetivo de romper a cadeia de contaminação.

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