Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
sexta, 7 de maio de 2021
Busca
Brasil

Vendas no comércio varejista de MS continuam crescendo

14 Out 2010 - 16h36Por Infinito Comunicação Empresarial
A PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que as vendas do comércio varejista de Mato Grosso do Sul continuaram crescendo acima da média nacional no mês de agosto. O presidente da Fecomércio MS, Edison de Araújo, explica que a economia de Mato Grosso do Sul passa por processo de crescimento, movimento semelhante ao de outros Estados que apresentaram índices elevados de vendas.

A variação das vendas no comércio de Mato Grosso do Sul no mês de agosto deste ano em relação ao mesmo período de 2009 foi de 13,3% ao passo que em âmbito nacional houve reação de 10,4%. No acumulado de janeiro a agosto deste ano o aumento nas vendas foi de 15% em Mato Grosso do Sul e 11,3% no País.

A estabilidade do emprego, aceleração da industrialização e também a concorrência, a partir da abertura de novas empresas, são fatores que contribuem para o aumento das vendas. O assessor econômico da Fecomercio-MS, Thales de Souza Campos, afirma que o processo se torna sustentado, uma vez que com o consumo maior mais empreendimentos se instalam na cidade, novos empregos são gerados e mais pessoas compram.

“Estamos em um momento muito positivo. Na área comercial temos quatro novos shoppings em instalação, o 26 de agosto, com 550 lojas, o Norte-Sul Plaza, com outras 209 lojas, o Bosque dos Ipês com 140 lojas e o Cidade Morena, com outras 250 lojas”, cita, lembrando que cada empreendimento tem foco em determinada classe social, o que garante mercado a todos. A previsão é que em no máximo dois anos todos estes empreendimentos estejam concluídos, além da ampliação do Shopping Campo Grande, que passa a contar com 180 lojas contra as atuais 154 e da implantação do Shopping Iguatemi.

Em uma avaliação nacional os técnicos do IBGE avaliaram que em comparação a agosto de 2009, as reações mais expressivas foram nos segmentos: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,2%); móveis e eletrodomésticos (16,7%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,7%); tecidos, vestuário e calçados (12,8%); combustíveis e lubrificantes (8,8%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (12,5%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (24,7%) e livros, jornais, revistas e papelaria (13,7%).

Deixe seu Comentário

Leia Também

ESCALADA DA VIOLÊNCIA
Operação mais letal da história deixa 25 mortos no Jacarezinho
VITIMA DO MASSACRE
'Fiquei vendo costurarem os ferimentos. Chorava, orava e agradecia por ele estar vivo, diz mãe
FRIO - FÁTIMA DO SUL NOVA ONDA DE FRIO
Frio de origem polar começa a ser sentido novamente e terá geada
TERROR NA CRECHE
Sob forte emoção moradores de Saudades realizam velório coletivo das vítimas do ataque à creche
CHEGANDO FORTE
Frio chega com força e provoca geada no Sul
TERROR EM CRECHE
Jovem invade escola e mata três crianças e duas funcionárias
PÉSSIMA PROJEÇÃO
Covid-19: Brasil deve alcançar 575 mil mortes em 1º de agosto, diz instituto
SONHO INTERROMPIDO
Jovem perde noivo para a Covid-19 no dia do casamento: 'Nossos sonhos ficaram para trás'
PANDEMIA CORONAVIRUS
Triste número: Brasil ultrapassa 400 mil mortes por Covid-19
REVOLTA
Pastor zomba da fé dos indígenas Trukás que revoltados quebram templo em construção; veja o vídeo