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Técnicos ambientais estuda mortandade de peixes no Paranazão

20 Set 2006 - 13h00

Técnicos da Usina de Itaipu, no Paraná, investigam a morte de peixes do Rio Paraná. Os animais mortos estão acumulados nas margens e exalam um cheiro muito forte. Os peixes que ainda não morreram estão cegos, machucados e nadam com dificuldade.

A espécie prejudicada é o abotoado, também chamada de armado, que é um dos peixes mais comuns na região de Porto Camargo (PR), na divisa com o município de Naviraí, em Mato Grosso do Sul. Os pescadores acreditam que a contaminação pode ser resultado de um veneno que estaria sendo usado pela usina hidrelétrica de Rosana, na divisa do Paraná com São Paulo, para matar mexilhões, que servem como alimento ao abotoado.

Mesmo sem saber a causa do problema, os moradores de Porto Camargo continuam comendo e vendendo os peixes. A principal preocupação é com o início da piracema (período de reprodução dos peixes), daqui a dois meses. ''Vai começar a desova agora e não tem mais peixe para desovar. Estão morrendo todos'', lamenta o pescador Aparecido da Silva.

 

TV Morena

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