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Saúde capacita profissionais de maternidades de MS

17 Out 2006 - 16h39
O Ministério da Saúde vai capacitar profissionais de saúde dos principais hospitais com maternidade públicos e privados conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS) de Mato Grosso do Sul. A capacitação será feita durante o I Seminário Estadual sobre Atenção Obstétrica e Neonatal Humanizada Baseada em Evidências Científicas.

Durante o evento, que começou ontem e vai até a próxima sexta-feira (20), diretores clínicos e chefes dos serviços de Obstetrícia, Enfermagem e Neonatologia das instituições participantes vão ser orientados a implementar estratégias para humanização da atenção obstétrica e neonatal e a adotar procedimentos de eficácia comprovada cientificamente. O evento está sendo realizado no Jandaia Hotel, à rua Barão do Rio Branco, 1.271, Centro, em Campo Grande.

Ao todo, o Ministério da Saúde promoveu dois seminários nacionais e 28 estaduais. Até o evento anterior, realizado em Goiás, foram capacitados 1.787 profissionais de 437 principais hospitais com maternidades públicos e privados conveniados ao SUS.

O aprimoramento da qualidade dos serviços que atendem a mulher e o recém-nascido, principalmente das maternidades, através do fortalecimento de seu corpo técnico, integra o elenco de ações prioritárias do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal.

As maternidades participantes dos seminários estaduais respondem por um grande volume de partos e são referências para gestantes de alto risco. Demonstram, ainda, interesse na melhoria da qualidade da atenção obstétrica e neonatal e têm direção comprometida com a humanização e a incorporação de práticas baseadas em evidências científicas.

Programação - Do programa dos seminários constam discussões sobre o Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal, a situação do adoecimento e da mortalidade materna e neonatal no Brasil, os direitos sexuais e reprodutivos e os fundamentos éticos e filosóficos da humanização da atenção ao parto e nascimento. As boas práticas em atenção obstétrica e neonatal, a abordagem integral da gravidez e do pós-parto, a assistência ao pré-parto, parto e pós-parto normais e o controle da transmissão vertical da sífilis, HIV e hepatite B e a assistência à mulher portadora de HIV também serão tema de debates.

A programação é ministrada por instrutores do Ministério da Saúde, do Centro Latino-americano de Perinatologia da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstétricas (Abenfo), da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), do Centro de Humanização das Práticas Terapêuticas do Hospital São Pio X (de Ceres/GO), do Hospital Sofia Feldman (de Belo Horizonte/MG), da Maternidade Escola Vila Nova Cachoeirinha e do Hospital Santa Marcelina (de São Paulo/SP).

Pacto - O pacto foi firmado em 8 de março de 2004 entre a União, estados e municípios para diminuir em 15% o número de mortes de mulheres e de bebês com até 28 dias de vida até o final de 2006. Para isso, o pacto tem como referência dados de 2002, quando mais de 2 mil mulheres e mais de 38 mil recém-nascidos morreram em decorrência de abortos e de complicações na gravidez, no parto e no pós-parto, no Brasil.

Várias foram as ações do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal nesse período. Além da promoção dos seminários de atenção obstétrica e neonatal humanizada baseada em evidências científicas, ressalta-se o lançamento de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estão sendo preparados para o atendimento da gestante e da parturiente. O lançamento do Programa Saúde e Prevenção nas Escolas, com cobertura dos municípios com política de incentivo em doenças sexualmente transmissíveis e aids; a expansão dos programas de Saúde da Família (PSF) e Agentes Comunitários de Saúde (Pacs); a ampliação de novos leitos de unidades de tratamento intensivo (UTI) na rede do SUS e a capacitação de parteiras quilombolas e indígenas foram outras ações do Pacto.
 
 
Agência Popular

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