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Brasil

Pressão aumenta sobre Kadafi; França crê em semanas de ataques

25 Mar 2011 - 08h40Por Terra

As operações da coalizão internacional na Líbia devem durar semanas, afirmou o comandante do Estado-Maior francês, Edouard Guillaud, depois de um novo bombardeio, executado por aviões britânicos, contra contra blindados que ameaçavam civis em Ajdabiya.

"Duvido que seja uma questão de dias. Penso que será questão de semanas, mas espero que não seja de meses", declarou o almirante francês. Segundo ele, não existirá um atoleiro militar no sentido estrito da palavra, "porque evidentemente a solução é política".

Durante a madrugada desta sexta-feira, aviões Tornado das forças britânicas lançaram mísseis sobre veículos blindados que ameaçavam civis em Ajdabiya, anunciou o ministério britânico da Defesa. Ajdabiya, situada 160 km ao sul de Benghazi, reduto dos rebeldes, está em poder das forças leais a Muammar Kadafi.

Na quinta-feira, insurgentes avançaram para tentar recuperar o controle desta cidade chave. Um porta-voz dos insurgentes em Benghazi, Ahmed Omar Bani, afirmou que alguns combatentes pró-Kadhafi em Ajdabiya estavam dispostos a entregar as armas.

Segundo um balanço provisório do regime líbio, os ataques da coalizão provocaram aproximadamente 100 mortes de civis desde o início da ofensiva, em 19 de março.

O comandante militar da coalizão, o general americano Carter Ham, não descartou a possibilidade de vítimas civis. "Mas somos muito, muito precisos e seletivos em nossos objetivos", explicou.

Em Trípoli e arredores foram ouvidos disparos da defesa antiaérea e várias explosões na noite de quinta-feira e madrugada de sexta-feira. Na quinta-feira, um avião das forças líbias foi destruído por um caça francês em Misrata (200 km ao leste de Trípoli).

A coalizão atacou instalações militares na região de Tajura, 30 km ao leste de Trípoli. Segundo o governo também foram atingidas áreas civis.

Os combates entre partidários e adversários de Kadhafi prosseguiam em cidades como Misrata, onde segundo fontes médicas as tropas leais ao regime, no poder desde 1969, mataram 109 pessoas desde sexta-feira passada.

Na quinta-feira, os países da Otan chegaram a um acordo para assumir o comando, dentro de alguns dias, de todas as operações militares na Líbia, e não apenas da zona de exclusão aérea.

Líbia: de protestos contra Kadafi a guerra civil e intervenção internacional
Motivados pela onda de protestos que levaram à queda os longevos presidentes da Tunísia e do Egito, os líbios começaram a sair às ruas das principais cidades do país em meados de fevereiro para contestar o líder Muammar Kadafi, no comando do país desde a revolução de 1969. Mais de um mês depois, no entanto, os protestos evoluíram para uma guerra civil que cindiu a Líbia em batalhas pelo controle de cidades estratégicas.

A violência dos confrontos entre as forças de Kadafi e a resistência rebelde, durante os quais multidões fugiram do país, gerou a reação da comunidade internacional. Após medidas mais simbólicas que efetivas, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a instauração de uma zona de exclusão aérea no país. Menos de 48 horas depois, no dia

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