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Presidente do BC americano diz que reduzir déficit é prioridade

28 Abr 2011 - 09h26Por Agência Brasil

O presidente do Federal Reserve Bank (Fed), o banco central americano, Ben Bernanke, defendeu nesta quarta-feira (27) o papel do Banco Central dos Estados Unidos no comando da economia americana e disse que a “prioridade” é reduzir o déficit do país, estimado em US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 2,2 trilhões).

Em coletiva inédita após uma reunião do comitê do Fed, Bernanke disse que o Banco Central está fazendo, com sua política de juros baixos e estímulo monetário, o possível para manter o crescimento do emprego no país sem correr o risco de que a inflação aumente nos EUA, num momento de subida global dos preços do petróleo e seus derivados e de commodities agrícolas.

“Ainda que seja muito importante ajudar a economia a criar empregos e a apoiar a recuperação [econômica], acho que qualquer chefe de banco central entende que manter a inflação baixa é essencial para uma economia bem-sucedida”, disse.

Ainda assim, ele disse acreditar que o preço do petróleo não se manterá no atual patamar e que a inflação nos EUA tende a se manter estável (entre 2,1% e 2,8% ao ano, prevê o Fed).

Na reunião que precedeu a coletiva, o Fed reduziu a previsão de crescimento dos EUA para entre 3,1% e 3,3% em 2011 (a previsão anterior era de 3,4% e 3,9%) e manteve as taxas de juros entre zero e 0,25%.

A redução é atribuída a quedas nas exportações, a reduções nos gastos de defesa e a ao fraco desempenho do setor de construção civil.

Bernanke sinalizou que os juros devem permanecer baixos e disse que os EUA manterão sua política de estímulo monetário (chamada de quantitative easing, em que o Banco Central compra títulos governamentais para aumentar o dinheiro em circulação). Em junho, o Fed completará uma segunda rodada de compras, que totalizarão US$ 600 bilhões (cerca de R$ 938 bilhões).

A política monetária pretende, segundo o presidente, estimular o mercado de trabalho, que “não está em boa forma”. Atualmente, a taxa de desemprego nos EUA ronda os 9%.

Depois de junho, os indicativos são de que o governo não injetará mais dinheiro na economia.

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