Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
sexta, 14 de maio de 2021
Busca
Brasil

Moka diz que impostos e encargos trabalhistas inibem investimentos

26 Ago 2010 - 14h28Por TV Morena

O candidato ao Senado Waldemir Moka (PMDB) defendeu, em entrevista ao Bom Dia MS, a preparação do Estado para avançar no processo de industrialização e prometeu que, sendo eleito, vai priorizar no debate no Congresso aprovação da emenda que carimba recursos para a saúde pública.

Waldemir Moka participou nesta quinta-feira da rodada de entrevistas no Bom Dia MS. Já foram entrevistas os candidatos Dagoberto Nogueira (PDT), Jorge Batista (PSOL) e Murilo Zauith (DEM). Nesta sexta-feira será entrevistado Delcídio Amaral (PT).

Segundo Moka, a "pulverização" dos investimentos, para que outras regiões do Estado se desenvolvam na área industrial depende da preparação do Estado em relação à infra-estrutura de transportes e logística, qualificação de mão de obra e políticas de incentivo. “Não adianta a indústria gerar empregos sem mão-de-obra qualificada”.

A solução para a falta de profissionais, segundo Moka, é estimular a formação por meio do Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Senac, Senar) e ampliar as escolas técnicas. Moka vê problemas na infra-estrutura portuária e transporte hidroviário, mas nota que o modal ferroviário vai resolver o gargalo do escoamento da produção por meio da ferrovia que ligará Maracaju e Dourados ao Porto de Paranaguá.

Encargos sociais e trabalhistas

Moka disse ainda que vai defender no Senado, caso seja eleito, a desoneração do setor produtivo e redução dos encargos sociais e trabalhistas. “Cada emprego gerado exige o dobro de investimento por causa dos encargos”, analisa, notando que há pontos da reforma tributária que precisam ser equalizados. O principal deles é a receita tributária. Moka defende a desconcentração das receitas públicas. “O governo federal concentra 60% de tudo que se arrecada”.

Para Mato Grosso do Sul não perder o "boom industrial", segundo Moka, é necessária uma "representação política forte e determinada" no Congresso. Ele não acha que o processo de industrialização possa afetar os investimentos no setor produtivo, tomando áreas com vocação agropecuária. “Mato Grosso do Sul pode incorporar, ainda, 1 milhão de hectares ao processo produtivo”, disse.

Sobre a pecuária, Waldemir Moka lembrou que emenda de sua autoria na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) assegurou recursos para a Vigilância Sanitária Animal e Vegetal agora em caráter permanente, sendo proibido o contingenciamento (represamento) das verbas para que não se repita casos de infestação da febre aftosa por falta de ações sanitárias.

Este ano foram consignados em torno de R$ 40 milhões e espera que no próximo orçamento sejam destinados R$ 200 milhões para a sanidade animal e vegetal em todos os estados brasileiros.

Prioridade - O candidato ao Senado do PMDB diz que na próxima legislatura vai colocar o problema da saúde como questão crucial, articulando para que o Congresso defina com mais rapidez a aprovação da Emenda 29, que determina a aplicação de 10% do orçamento em ações de saúde.

Deixe seu Comentário

Leia Também

SONHO INTERROMPIDO
Agente educacional morta em ataque a creche em Saudades queria fazer intercâmbio no Canadá
PESQUISA PRESIDENCIAL
Datafolha mostra Lula disparado na corrida eleitoral
NOVA INFECÇÃO
Covid-19: após 3 semanas de queda, casos de coronavírus avançam no Brasil puxados por 9 Estados
TRISTEZA NA FAMILIA
Seis pessoas da mesma familia morrem vítimas da Covid-19
NOVAS REGRAS
WhatsApp: o que acontece se você não aceitar novas regras do aplicativo até 15 de maio
FAMOSIDADES
Pai da campeã do 'BBB 21' Juliette vive em casinha de barro na Paraíba
CACHAÇA
Jovem enfia garrafa no ânus durante bebedeira e vai parar no hospital
ESCALADA DA VIOLÊNCIA
Operação mais letal da história deixa 25 mortos no Jacarezinho
VITIMA DO MASSACRE
'Fiquei vendo costurarem os ferimentos. Chorava, orava e agradecia por ele estar vivo, diz mãe
FRIO - FÁTIMA DO SUL NOVA ONDA DE FRIO
Frio de origem polar começa a ser sentido novamente e terá geada