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Brasil

Ministério avaliará causas de mau desempenho no Enade

13 Jun 2007 - 05h06
O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou que o MEC criou um banco de avaliação que irá às faculdades que foram mal na avaliação do Exame Nacional de Desempenho (Enade), para averiguar o porquê do desempenho insuficiente.

“Nós compusemos um banco de avaliadores formado por doutores de toda rede federal de educação superior. São doutores especializados em avaliação, que estão sendo capacitados, inclusive, para poder aplicar os instrumentos que foram elaborados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes). Esses consultores vão compor comissões de avaliações in loco”, disse Haddad, citado pela Agência Brasil.

Segundo o ministro, todos os cursos que passaram pela avaliação do Enade em 2004 serão avaliados novamente em 2007 por comissão de avaliação in loco.

O ministro admitiu que na avaliação do Enade há a possibilidade de boicote de alunos em um ou outro caso, mas que isso não é a explicação de todo desempenho. “Há cursos que estão precários e esses cursos, se quiserem continuar ofertando vagas, vão ter que estabelecer termos de compromissos, que se não forem cumpridos, poderão ensejar a suspensão do processo seletivo”, afirmou.

Em sua edição desta terça-feira, 12, O Estado de S. Paulo aponta que o MEC tem na sua mira cerca de 7% dos cursos de ensino superior do País já avaliados no Enade. São cerca de mil cursos que estão na linha de baixo da avaliação, cujos alunos tiveram notas ruins e pouco conhecimento acrescentaram a seus formandos - o exame consegue comparar o rendimento entre alunos ingressantes (com até 25% dos créditos cursados) e concluintes (com pelo menos 85% dos créditos).

Entre 13,4 mil cursos superiores de todas as áreas avaliados até hoje pelo MEC no Enade, apenas 0,88% deles conseguiram obter o conceito máximo tanto na avaliação como no índice que mede o conhecimento agregado ao aluno durante o curso (IDD). São apenas 118 cursos (sendo 53 de instituições federais, 36 estaduais e 29 privadas) em todo o País, 19 deles em São Paulo.

No outro extremo, 33 cursos tiveram os piores resultados (21 de instituições privadas, 8 federais, 2 estaduais e 2 municipais): as notas mais baixas no Enade e ainda sem ter agregado quase nenhum conhecimento a seus estudantes. São os cursos com conceitos 1 e 1, que representam 0,25% do total. Nove deles estão em São Paulo e representam 0,4% dos cursos do Estado.

 

 

Estadão

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