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Mais de 10 milhões de pessoas poderão contrair HIV

8 Jul 2004 - 15h14
O número de pessoas com Aids na Ásia e no Pacífico aumentará em dez milhões até 2010 e o custo econômico da doença poderá chegar a 17,5 bilhões de dólares se não for feito algo para evitar este avanço, advertiu um estudo oficial divulgado nesta quinta-feira em Bangcoc, Tailândia. A informação chegou ao Brasil pela Agência EFE.

O relatório, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para a Aids (UNAIDS) e pelo Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD), pede aos governos da Ásia e do Pacífico ações imediatas para se evitar uma catástrofe. Segundo o estudo, a luta contra a doença ficará a cada ano 5,1 bilhões de dólares mais cara a partir de 2007 e até 2010.
O vice-presidente do BAD, Geert van der Linden, destacou em um comunicado que a Aids ameaça um número significativo de pessoas e, com isso, põe em perigo os esforços para o cumprimento da meta das Nações Unidas de reduzir a pobreza extrema à metade até 2015.
O problema exposto no documento é que o custo do combate à doença aumentará com o crescimento do número de infectados com a Aids. Um dos resultados será milhões de pessoas a mais na pobreza. No ano passado, a região Ásia-Pacífico precisava de 1,5 bilhão de dólares para combater a doença, mas os governos da região só contribuíram com 200 milhões de dólares.
O diretor executivo do UNAIDS, Peter Piot, disse que os governantes da Ásia e do Pacífico ainda podem impedir um aumento em massa das infecções e mortes, limitar perdas econômicas e salvar milhões de pessoas da pobreza, se estiverem dispostos a financiar programas completos de combate à Aids.
Cerca de 37,8 milhões de pessoas têm Aids no mundo todo, das quais pelo menos sete milhões vivem na região Ásia-Pacífico. Outros 20 milhões de doentes morreram desde que foi identificado o primeiro caso da doença, em 1981, segundo dados do UNAIDS.
O relatório do UNAIDS e do BAD é divulgado às vésperas da XV Conferência Internacional da Aids, que acontecerá de 11 a 16 de julho em Bangcoc e que deverá contar com a presença do secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

 
 
Grande FM

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