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Brasil

Líderes terão ala exclusiva na Penitenciária de Dourados

26 Jul 2006 - 07h36
O Ministério da Justiça anunciou na semana passada a liberação de R$ 8,1 milhões na recuperação, melhoramento e ampliação das penitenciárias de Campo Grande e Dourados. Na Phac (Penitenciária Harry Amorim Costa) serão investidos aproximadamente R$ 4 milhões. Parte deste dinheiro será utilizada para a construção de uma ala para abrigar os detentos que atuam como lideres de facções criminosas dentro dos presídios do Estado.
De acordo com o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Luiz Carlos Telles, a nova unidade da Phac terá capacidade para abrigar ao pelo menos 140 detentos. A construção da nova ala está orçada em aproximadamente de R$ 2,9 milhões. As obras para a construção da ala devem ser iniciadas ainda este ano.
O restante do recurso, que é de aproximadamente R$ 1,1 milhão, servirá para a aquisição de novo sistema de vigilância eletrônico, coletes à prova de bala e armamentos para os agentes penitenciários que trabalham no presídio.
Hoje, a Phac tem capacidade para abrigar 538 internos. Entretanto, atualmente pelo menos 1270 detentos estão “amontoados” em dois pavilhões. Os outros quatro pavilhões, que foram totalmente destruídos na rebelião ocorrida em maio deste ano, estão sendo reconstruídos. Para as obras de reconstrução da Phac, que estão em andamento a pelo menos 40 dias, o Ministério da Justiça liberou R$ 2,6 milhões.
Segundo Telles, a nova unidade da Phac será utilizada exclusivamente para a aplicação de um regime disciplinar diferenciado para os detentos que comandam as ações de facções criminosas dentro dos presídios do Estado. “Nesta nova ala será possível isolar estes detentos que integram as facções criminosas e estabelecer um regime disciplinar um pouco mais rigoroso ao que é aplicado ao demais internos da unidade”, falou.
Conforme o diretor-presidente da Agepen, na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande também será construído uma nova unidade para abrigar 112 detentos. Para a nova ala, a União destinou um recurso de R$ 2,7 milhões, além do R$ 1,3 milhão que serão empregados para aquisição de coletes anti-distúrbio, detectores de metais fixos, portáteis e circuito interno de TV.
O prognóstico da Agepen é de que a nova ala da Máxima da capital abrigará os detentos que lideraram a rebelião de maio e que hoje se encontram em Navirai.
 
Diário MS

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