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Hizbollah diz que desarmamento está fora de questão

16 Ago 2006 - 09h49
A guerrilha Hizbollah afirmou nesta quarta-feira que a proposta de desarmar seus combatentes não está na mesa de negociações — ainda mais neste momento, quando os soldados israelenses continuam ocupando o sul do Líbano.

O xeique Nabil Kaouk, principal autoridade do grupo na região, repetiu que o Hizbollah, antes da chegada, nos próximos dias ou semanas, de soldados libaneses e de integrantes de uma força de paz, tem o direito de enfrentar os militares de Israel ainda presentes no Líbano.

"Hoje, a questão sobre a deposição das armas pelo Hizbollah não está sobre a mesa (de negociações). Há prioridades e obrigações que o Estado precisa atender antes disso", afirmou Kaouk a repórteres, na cidade portuária de Tiro (sul).

"A presença dos tanques israelenses no sul é uma agressão e a resistência reserva-se o direito de enfrentar tal agressão se ela continuar", disse.

O grupo xiita levantou dúvidas sobre a capacidade do Exército libanês de defender o país contra Israel, afirmando que seus guerrilheiros estão mais bem preparados para enfrentar qualquer agressão.

Uma trégua patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU) entrou em vigor na segunda-feira, colocando fim aos 34 dias de conflito entre o Estado judaico e o grupo apoiado pelo Irã.

Durante os embates, mais de 1.100 pessoas no Líbano, a maior parte delas civis, e 157 israelenses foram mortos.

A guerra começou depois de o Hizbollah ter capturado dois soldados de Israel em uma operação realizada no dia 12 de julho, a partir do território libanês.

Segundo Kaouk, o grupo via com bons olhos o envio de soldados do Líbano para a área localizada ao sul do rio Litani. O xeique defendeu, porém, que o Hizbollah mantivesse uma presença armada ostensiva na área de fronteira.

Os soldados de Israel começaram com os preparativos para dar lugar à força de paz da ONU, que deve ajudar o Exército do Líbano a impor a trégua.

No entanto, o comandante das Forças Armadas do Estado judaico, Dan Halutz, disse na quarta-feira que seus soldados poderiam continuar no Líbano durante meses se esse for o prazo necessário para a ONU enviar à região um grande número de militares.

 

Terra Redação

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