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Brasil

Dólar acompanha 'trégua' externa e cai pelo 2º dia

15 Mar 2007 - 17h22

O dólar encerrou em baixa de 0,38% nesta quinta-feira de pouca oscilação, a R$ 2,090, acompanhando a relativa tranquilidade nos mercados externos.

As bolsas de valores norte-americanas e a Bolsa de Valores de São Paulo registravam ligeira alta na última hora de pregão, embora os investidores não tenham abandonado a preocupação com o setor imobiliário dos Estados Unidos.

"O humor positivo está se reinstalando no comportamento dos mercados, pelo menos até uma eventual sinalização negativa do cenário americano", afirmou Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da corretora de câmbio NGO, em relatório.

Os investidores acompanharam pela manhã dados que mostraram aumento além do esperado nos preços ao produtor dos Estados Unidos em fevereiro e fraqueza na atividade manufatureira de Nova York.

"A reação inicial do mercado norte-americano foi negativa, porém rapidamente revertida quando analisados os números com maior rigor... a expectativa predominante agora é em relação ao CPI que é mais abrangente por envolver também os serviços", acrescentou a NGO.

O índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês) será divulgado nesta sexta-feira e pode dar mais sinais sobre o rumo do juro norte-americano.

Analistas afirmaram que, apesar da trégua, os mercados financeiros continuam receosos com o ritmo de desaquecimento da maior economia mundial e com os problemas no setor de financiamento imobiliário para clientes de alto risco.

O ex-chairman do Federal Reserve Alan Greenspan alertou nesta tarde que a crise imobiliária pode se espalhar para outros setores da economia.

Francisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez, reiterou que o mercado doméstico monitora os movimentos externos - uma vez que os fundamentos domésticos são positivos.

"Internamente a ata (do Copom) veio dentro do esperado, mostrando que o juro vai cair 0,25 ponto nas próximas reuniões", afirmou.

Na ata da reunião da semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central indicou que continuará a reduzir a taxa básica de juro com parcimônia.

 

 

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