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Crédito para casa própria cresce 214% em agosto

18 Set 2006 - 17h54

Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança, feitos pelos agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, atingiu em agosto R$ 979,28 milhões, superando em 214,3% o volume registrado em agosto de 2005, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

O montante eleva para R$ 5,94 bilhões o aplicado entre janeiro e agosto de 2006. Dos R$ 979,28 milhões, R$ 499,56 milhões foram destinados à construção de novas unidades e R$ 479,72 milhões a pessoas físicas, para a aquisição de unidades prontas.

Na comparação por quantidade, agosto fechou com 11.495 unidades financiadas e superou em 210,34% o mesmo mês de 2005. O total, no ano, chega a 73.112 unidades.

Considerando o período de 12 meses compreendido entre setembro de 2005 e agosto de 2006, o volume de empréstimos atingiu R$ 7,9 bilhões e foram financiadas 99.749 unidades.

Para a Abecip, os resultados demonstram a decisão dos agentes financeiros de atender a demanda de crédito imobiliário, mesmo num período adverso de captação líquida. As contas de poupança apresentaram, em 2006, evasão de R$ 6,46 bilhões.

Previsão – O crescimento observado no comportamento das contratações e as novas medidas para dinamizar o setor da construção anunciadas no dia 11 de setembro sinalizam a possibilidade de que sejam superadas as previsões do SBPE de empréstimos de R$ 8,5 bilhões em 2006.

Material de construção – Em agosto, o faturamento total das vendas de materiais de construção foi o maior do ano, atingindo um resultado 15,29% superior ao do mês de julho e 8,10% superior ao de agosto do ano passado, em valores nominais. O resultado acumulado nominal do ano está 0,42% superior ao mesmo período de 2005.

No mercado interno, o crescimento foi 12,44% acima de julho e acumulando um resultado no ano 3,64% superior ao do mesmo período do ano passado. Comparando agosto do ano passado, neste mês houve crescimento de 7% em valores nominais e 1,7% em valores deflacionados.

Segundo a Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), o crescimento está relacionado com as expectativas positivas geradas pelas medidas de desoneração da cesta de materiais, e pelas ações de ampliação do crédito para o mercado imobiliário que vêm sendo implementadas pelo governo federal.

O faturamento das exportações teve alta de 46,4% no valor nominal sobre julho deste ano e 18,29% acima do valor nominal atingido em agosto do ano passado. O resultado acumulado no ano continua inferior ao mesmo período do ano passado, com queda de 21,46% em valores nominais e 25,53% em valores deflacionados.

 

Folha Online

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