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Brasil

André anuncia construção de mais seis escolas indígenas em MS

12 Mar 2010 - 14h52Por Notícias.MS

Durante inauguração hoje (12) da Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Pastor Reginaldo Miguel – Hoyenó-o, na Aldeia Lagoinha, em Aquidauana, o governador André Puccinelli anunciou a construção de mais seis escolas em comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul. “Esta é sexta escola que estamos entregando, falta apenas a escola da Aldeia Bananal, em julho, e, depois disso, já vamos começar a construção de mais seis escolas para as comunidades indígenas”, afirma Puccinelli.

 

 

         De acordo com o governador, a área de educação é prioridade para o governo do Estado, que neste ano já também entregou uniformes e kits escolares para os alunos. “Queremos que nossos alunos se sintam incentivados a ir para escola, estamos estudando uma maneira de premiar os melhores alunos de cada série, de cada escola. Vou deixar comprado para entregar três mil notebooks para aqueles que se destacarem este ano”, conta.  

 

 

         O prefeito de Aquidauana, Fauzi Suleiman, destacou o comprometimento da administração estadual com as comunidades indígenas do Estado. “O governo tem sido o maior parceiro das aldeias indígenas de Mato Grosso do Sul. A escola não representa apenas a parte material, mas principalmente o valor social dessa construção”, avalia Fauzi, lembrando que foi o governador quem criou a primeira aldeia urbana em Campo Grande.

 

 

         Emocionado, o cacique da Aldeia Lagoinha, Alceri Marques, disse que a escola é uma conquista para a comunidade. “Essa escola vai dar maior incentivo para os alunos estudarem, no antigo prédio (cedido pela prefeitura), não havia a estrutura necessária de atendimento, o espaço era muito pequeno para atender os alunos”, explica.

 

 

         O cacique acredita que o número de adolescentes matriculados vai aumentar com a mudança para o novo prédio. “Essa é uma das escolas mais bonitas de Aquiduana. Hoje, temos a estrutura de uma grande escola, que vai atender também as aldeias Moinho, Bananal e Ibirussu”, completa Alceri. Segundo a diretoria da escola, o número de alunos matriculados passou de 87 para 130 este ano.

 

 

            Incentivo

 

 

         A aluna Valquíria da Silva, de 19 anos, cursa o 2º ano do Ensino Médio e disse que o antigo prédio não proporcionava as condições necessárias para estudar. “Foi uma surpresa entrar nessa escola nova, com banheiros, cozinha e sala de informática”, comemora a adolescente, que pretende prestar vestibular para medicina.

 

 

         Já a estudante Miriam Voes, de 21 anos, explica que mora no distrito de Taunay e que a maioria dos alunos percorre sete quilômetros de ida e volta para a escola. “Agora, está valendo a pena o sacrifício, tudo novo, bem equipado, as salas de aula têm ventilador. Fico feliz que temos um governo preocupado com a causa indígena”, avalia.

 

 

Também participaram da solenidade, os deputados estaduais Jerson Domingos e Antônio Carlos Arroyo; secretária de Estado de Educação, Nilene Badeca; diretora da Escola Indígena, Luciana de Lima Baltazar e o coordenador regional da Funasa, Flávio Brito.

 

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