Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
domingo, 5 de julho de 2020
SADER_FULL
Busca
ÁGUAS DE BONITO
Brasil

Alta do álcool eleva preço da gasolina em 1,5% amanhã

5 Ago 2004 - 07h43
A gasolina vai ficar 1,5% mais cara para o consumidor a partir de amanhã nos postos da Petrobras Distribuidora em todo o país. Este é o terceiro aumento do combustível nas bombas somente neste ano. O reajuste corresponde a um repasse do aumento do preço do álcool, decidido pelos usineiros. O álcool também subirá na bomba --cerca de 6%.

O custo da gasolina vai subir porque o álcool compõe 25% da mistura vendida nos postos. A Petrobras Distribuidora, subsidiária de distribuição de combustíveis da Petrobras, tem ditado os preços no Brasil porque detém um terço do mercado.

No dia 15 de junho, a Petrobras reajustou o preço da gasolina em 10,8% em suas refinarias e estimou uma alta de cerca de 4,5% nas bombas. Naquela ocasião, o motivo do aumento foi a disparada da cotação do petróleo no mercado internacional.

Anteontem, o presidente da estatal, José Eduardo Dutra, disse que, se o petróleo se consolidar em um patamar de preço mais elevado, os preços dos combustíveis da companhia no Brasil terão que acompanhar a alta e serão novamente reajustados. O aumento de junho foi o primeiro do governo Lula nas refinarias e também ocorreu em razão do aumento do preço internacional do barril.

A Petrobras Distribuidora já havia realizado, em 26 de maio deste ano, um reajuste de 1,5% na gasolina, também devido ao aumento do preço do álcool. Na ocasião, o álcool vendido nas bombas havia sido reajustado em 12%.

Os produtores de álcool alegam que a alta do produto, em torno de 12%, foi motivada por problemas climáticos. Segundo eles, chuvas recentes prejudicaram a lavoura da cana-de-açúcar, diminuindo sua oferta no país.

Sem outro reajuste

A ministra Dilma Rousseff (Minas e Energia) disse que, apesar da alta do preço do barril de petróleo no mercado internacional, o governo e a Petrobras não estão pensando em elevar o preço dos combustíveis no momento.

A ministra ratificou o que já havia sido dito anteontem pelo presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra: não há ainda definição de um novo patamar de preço para o petróleo.

"Nós não somos um país como éramos na época do primeiro choque [do petróleo, em 1973], quando tínhamos 70% de importação. Nós podemos perfeitamente não acompanhar todos os movimentos especulativos do mercado internacional", disse.

A ministra reconheceu, no entanto, que, se o preço mudar efetivamente de patamar, deverá haver reajuste. "Reconhecemos também que, caso haja esse realinhamento de patamar, nós iremos tomar essa medida [de reajustar o preço da Petrobras]."

Questionada sobre se as eleições iriam influenciar a decisão da Petrobras de aumentar ou não o preço dos combustíveis, a ministra disse: "Eu acho que há uma influência política forte da eleição americana, pública e notória", disse.
 
Folha Online

Deixe seu Comentário

Leia Também

ELEIÇÃO MUNICIPAL 2020
Campanha eleitoral de 2020 deve ser proibido comícios e aglomerações
MORTES POR COVI-19
Mãe e filha morrem vítimas da Covid-19 em intervalo de três dias
PREVENÇÃO COVID 19
Giovanna Antonelli viraliza ao mostrar truque para evitar contaminação
FEMINICÍDIO
Marido é preso após matar mulher asfixiada e na fuga causa acidente de carro e deixa 08 feridos
BORA PRA BONITO - MS - REABERTO
Hotel Águas de Bonito reabre com segurança e estrutura proporcionada para o aconchego em Bonito (MS)
BRASIL - 62.045 MORTES
Brasil passa de 62 mil mortes pelo novo coronavírus
COISA MEDONHA
Homem quebra túmulo e é visto dançando com o corpo da avó
OPORTUNIDADE DE EMPREGO
Exército abre seleção com vagas temporárias para MS e salários de até R$ 7,5 mil
FÁTIMA DO SUL - NOSSOS ANJOS DA GUARDA
Guerreiros de Fátima do Sul fazem semana de prevenção contra incêndio, hoje é dia do BOMBEIRO
BRASIL 60 MIL MORTES
Brasil tem 1.456.969 casos de Covid-19, aponta consórcio de veículos da imprensa em boletim das 8h