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Fátima do Sul, 12 de Dezembro de 2017
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14 de Junho de 2017 15h31

Operação contra 'gatos' em área nobre da Capital estima prejuízos de R$ 9 milhões

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FOTO: MIDIA MAXFOTO: MIDIA MAX

Os chamados ‘gatos’, furto de energia elétrica, não são exclusividade de barracos na periferia, eles podem ser encontrados até em mansões de áreas nobres da Capital. Uma operação deflagrada na manhã desta quarta-feira (14) apura irregularidades em ligações clandestinas de energia em comércios e residências que causaram prejuízos milionários.

Fiscais da Energisa- concessionária que distribui energia elétrica para a maior parte de Mato Grosso do Sul - e agentes da Polícia Civil realizaram uma operação nesta quarta-feira em Campo Grande para combater o furto de energia elétricam.

A operação foi feita na região do Bairro Monte Castelo, região considerada nobre na cidade, onde foram mapeados 26 pontos e vistoriados hoje 12 pontos, que já causaram prejuízo de pelo menos R$ 150 mil em furtos de energia.

Só nos primeiros 14 dias de junho já foram detectados 3 mil furtos de energia em Campo Grande, com prejuízo estimado em R$ 9 milhões. De acordo com o gerente de combate ao furto de energia da concessionária, Paulo Roberto dos Santos, o objetivo não é prender “Queremos mostrar para a população que o fraudador está contribuindo para o aumento da conta de outros consumidores”.

Segundo informações 7% da conta de um contribuinte é em decorrência de furtos de energia praticado por outros consumidores. O proprietário de residência ou comércio que pratica fraude é autuado por furto, com detenção de 1 a 4 anos.

Durante a operação foi constatado o furto de energia em uma panificadora, no Bairro São Francisco. Ao chegarem ao estabelecimento comercial foi constatado pelos fiscais e agentes da Polícia Civil que o lacre do medidor de energia estava adulterado. O proprietário da padaria afirmou aos policiais que desconhecia o furto de energia. Foi dada voz de prisão a ele que foi encaminhado para a delegacia de polícia.

Em 2016, foram detectados 40 mil fraudes e um prejuízo de R$ 100 milhões, sendo que R$ 40 milhões em impostos deixaram de ser arrecadados. Participam da operação 50 fiscais da Energisa, 2 delegados, 6 peritos e 8 agentes da Polícia Civil. Matéria editada às 11:36 para acréscimo de informações.

(Colaborou Ludyney Moura)

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