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Terrorista diz que família de jornalista está sob risco em Naviraí

10 Mai 2007 - 17h30
A dona de casa, Luceimar Amorim, registrou boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher, em Naviraí, relatando ameaça de morte e rapto, feita contra ela e seus dois filhos menores, no final da tarde de terça-feira. O autor, de voz ainda não identificada, usou o telefone da casa vizinha frontal, pertencente ao primeiro prefeito de Naviraí, João Cardoso.

Luceimar afirmou que o agressor declarou que seria para ela dizer ao esposo dela, o jornalista Edilson Oliveira (correspondente do Correio do Estado), para que retirasse do ar do site Sulnews a matéria sobre a denúncia de superfaturamento e má qualidade das casas de um conjunto habitacional, feita pelos três promotores de justiça á juíza Marilza Baptista.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, caso o jornalista não retirasse da exposição o material em questão, ela e as crianças sofreriam, pois os passos da família estariam sendo seguidos e haveria fotografias dela e dos filhos. Ela afirmou que é uma obrigação profissional do jornalista continuar o relato dos fatos e que seu esposo não faria o que está sendo sugerido.

Luceimar disse que foi atraída para ir até a casa 430 da rua Anísia do Nascimento, chamada por uma mulher, residente no endereço descrito, porque o assunto seria um emprego para sua filha maior (Monique, enteada de Edilson) e confiou, porque seu marido sempre elogiava o ex-prefeito João Cardoso, tido como mais honesto dos prefeitos de Naviraí.

Segundo Luceimar Amorim, na se pode colocar os nomes de suspeitos, pois não há provas, mas relatou a estranha coincidência de que o filho de João Cardoso seja o presidente do PMDB, Salvador Cardoso, não citado na matéria sobre superfaturamento das casa do programa habitacional de Naviraí, mas citado pela promotoria em um escândalo sobre gramas, que teriam sido utilizadas pela Prefeitura, no estádio Virotão e em vários pontos da cidade, na prestação de serviços de uma empresa associada com Ronan Botelho, irmão do vice-prefeito, Ronaldo Botelho, cujos nomes foram relatados pela imprensa de todo o Estado, em reprodução ao material enviado recentemente pela Assessoria de Imprensa do Ministério Público.
 
 
 
 
Sul News

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