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Se voltasse para a prefeitura Artuzi poderia manipular provas

17 Set 2010 - 14h42Por Campo Grande News

A decisão liminar do desembargador Claudionor Abss Duarte, determinando o afastamento temporário do prefeito Ari Artuzi(sem partido), cita gravações da operação Uragano (furacão em italiano), realizada pela Polícia Federal, para comprovar que Artuzi pode manipular provas caso seja solto e retorne à prefeitura.

Num dos diálogos, travado entre Artuzi, Eleandro Passaia (autor das denúncias contra o prefeito) e Cláudio Gaiofato (que tinha cargo de assessor especial), o prefeito cogita mandar terceiros ao Paraguai para comprar drogas e colocar nos pertences de uma mulher identificada como “Preta”. O recurso seria para “ferrá-la” e a transformar em uma “testemunha sem moral”.

A segunda gravação citada na decisão é sobre a intenção de matar integrantes da família Uemura. “Há captação de diálogos entre Ari Valdeci Artuzi, Eleandro Passaia e João Kruger no sentido de contratarem um terceiro não identificado, mediante paga, para matar Sizuo Uemura, Eduardo Uemura e Helena Uemura”.

Artuzi é réu no processo por corrupção aberto após a Operação Owari (ponto final em japonês), realizada em julho de 2009 pela PF (Polícia Federal). A ação revelou fraudes em licitações para privilegiar o Grupo Uemura.

Em Dourados, no dia da operação Uragano, foi divulgada a informação que Artuzi queria levantar R$ 1,3 milhão para pagar o empresário Sizuo Uemura. O áudio é de uma conversa no dia 7 de junho de 2010 entre Passaia e o empresário Edson Freitas da Silva, da Vale Velho.

Preso na 3ª delegacia de Campo Grande, Artuzi foi expulso do PDT, partido ao qual era filiado desde 2007, e teve os bens sequestrados pela justiça.

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