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Rússia pode suspender embargo à carne de 5 frigoríficos

28 Mai 2007 - 09h47

Os inspetores russos que suspenderam as exportações de dez unidades frigoríficas do Brasil poderão liberar pelo menos cinco unidades no curto prazo por terem percebido que houve má interpretação nos documentos avaliados. A informação foi dada pelo diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, Nelmon Costa, depois da reunião realizada em São Paulo com o grupo de veterinários russos.

A missão russa aceitou também estender sua permanência no Brasil para encerrar todo o assunto. Hoje e amanhã, os técnicos deverão vistoriar unidades em Goiás e Mato Grosso. Por parte do Brasil, ficou acertado que será enviada para a Rússia a documentação individual dos frigoríficos, explicando a situação de cada uma das unidades.

Em Paris, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Afonso Kroetz, se reunirá com Evgueny Nepoklonov, Diretor Interino do Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Rússia, para discutir o assunto. Segundo Kroetz, os russos querem ter certeza de que a carne exportada segue todos os critérios do acordo sanitário firmado entre os dois países. "Eles suspenderam as exportações onde tinham dúvidas", disse o secretário.

O secretário disse ainda que o Ministério da Agricultura irá realizar uma auditoria nas plantas interditadas para após ter a conclusão ir para Moscou ajustar todas as condutas necessárias. "Assim que tivermos prontos os resultados da auditoria enviaremos uma missão para a Rússia a convite do próprio Nepoklonov", afirmou Kroetz.

Outra medida que o governo brasileiro pretende tomar para evitar problemas sanitários é a criação de uma faixa de segurança de 15 quilômetros ao longo de toda a fronteira do Brasil, partindo do Rio Grande do Sul até Rondônia. As conversas com a Bolívia já estão adiantadas, pois já havia acertos feitos com o governo do Mato Grosso. Com o Paraguai, o ministério garante que os entendimentos estão prontos e nos próximos meses as medidas começam a ser implantadas.

Entre as medidas a serem tomadas pelo Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina está o georeferenciamento das propriedades, a rastreabilidade e controle do trânsito de animais, vacinação assistida pelos governos e em épocas comuns, brincos em todos os animais e definição de barreiras de trânsito. O orçamento previsto para toda a operação na faixa de fronteira será de R$ 80 milhões.

Agência Estado

 

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