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Resultado de pesquisas motiva tese de eleição em 1º turno

26 Mai 2010 - 18h24Por Conjuntura Online

O resultado de pesquisas de intenções de voto realizadas em pleitos passados motiva a tese de eleição em 1º turno em Mato Grosso do Sul.

Tanto o governador André Puccinelli (PMDB) quanto dirigentes dos partidos e parlamentares aliados ao governo estão convictos da reeleição tranqüila do governador nas eleições de outubro.

Eles levam em consideração o fato de que todas as pesquisas realizadas no Estado até agora terminam exatamente como começaram, isto é com mudanças tímidas periódicas capazes de alterar o quadro eleitoral até o dia das eleições.

O prognóstico é baseado em pesquisas desde que André Puccinelli era prefeito de Campo Grande, passando pelas campanhas de seu sucessor, Nelsinho Trad (PMDB), reeleito com certa facilidade, e por último para o governo estadual na qual o líder peemedebista chegou ao poder.

Entre os mais recentes levantamentos estatísticos registrados no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), os números divulgados pelo Instituto de Pesquisa Brasmarket indicam que o candidato do PMDB venceria a disputa pela reeleição com 54,4%. Seu concorrente, o ex-governador Zeca do PT, recebeu 32,9% das intenções de voto.

A pesquisa foi realizada em 22 municípios de Mato Grosso do Sul, entre 28 de abril e 2 de maio.

Apesar de todo o entusiasmo dos peemedebistas, o candidato adversário pensa o contrário, apostando, inclusive, em reviravolta no quadro eleitoral quando a campanha for deflagrada oficialmente a partir de junho após a realização das convenções que homologarão as candidaturas os cargos majoritários e proporcionais.

Os petistas acreditam inclusive que a alta popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ascensão da pré-candidata do partido à Presidência da República, Dilma Rousseff, contribuirão para isso.

Pesquisa CNT/Sensus, divulgada no último dia 17 mostra que a popularidade do presidente se mantém alta: 83,7% dos entrevistados aprovam o seu desempenho. A avaliação positiva do governo é de 76,1%.

Ao subir sete pontos percentuais em relação à pesquisa anterior do Datafolha, Dilma Rousseff empatou com o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), no levantamento do instituto publicado sábado passado pelo jornal Folha de S.Paulo. Dilma e Serra lideram a consulta com 37% das intenções de voto.

O tucano baixou cinco pontos percentuais em relação à pesquisa de abril. Em terceiro lugar, Marina Silva (PV) aparece com 12%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Desta forma, Zeca acredita que o crescimento nas pesquisas eleitorais da pré-candidata petista deve repercutir na sua candidatura ao governo do Estado. “Vamos debater. E, a partir daí, creio em minha vitória já no primeiro turno”, disse o ex-governador com certa dose de otimismo em recente encontro na Acrissul  (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul).

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À imprensa, André Puccinelli voltou a se manifestar, na manhã desta quarta-feira, sobre o rumo que tomará nas eleições presidenciais. Ele prometeu divulgar até o fim do mês qual sua preferência – José Serra ou Dilma Rousseff.

Como em outras oportunidades, o governador adiantou que o apoio do PMDB será definido em discussão com demais representantes do partido, como prefeitos, e deputados federais e estaduais.

Apesar de o PMDB ter indicado Michel Temer ara vice de Dilma, o governador prefere deixar para mais tarde o anúncio oficial sobre quem apoiar para presidente.

Particularmente, o presidente regional do PSDB, deputado estadual Reinaldo Azambuja, tem dito que o governador subirá no palanque do candidato tucano em Mato Grosso do Sul.

Os tucanos não acreditam na hipótese de Dilma, candidata de Zeca, ter dois palanques em Mato Grosso do Sul em eventual adesão de André Puccinelli.

De qualquer forma, a situação do líder peemedebista é complicada: se ficar com Dilma, acompanhando orientação nacional, enfrentará resistência dos partidos aliados. S se apoiar José Serra, pode bater de frente com a cúpula nacional de seu partido.

O PMDB já encaminhou consulta ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o que determina a lei de fidelidade partidária em relação aos apoios em 2010.

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