Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
quarta, 22 de janeiro de 2020
SADER_FULL
Busca
BANNER BET
Brasil

Receita fecha cerco aplica R$ 88 milhões em multas

7 Jul 2004 - 15h35

A Receita Federal fechou o cerco aos sonegadores e autuou, entre janeiro e junho deste ano, 100 contribuintes em Mato Grosso do Sul, aplicando um total de R$ 88 milhões em multas, sendo R$ 82 milhões para pessoas jurídicas e R$ 6 milhões para pessoas físicas. Os valores das multas aplicadas este ano são superiores aos R$ 83,1 milhões de janeiro a maio do ano passado, segundo informou o delegado-substituto da Receita Federal em Campo Grande, Roberto Silva Júnior, explicando que os números de junho deste ano ainda são parciais.

O delegado explicou que o contribuinte ainda pode recorrer da medida até 30 dias após ser notificado pela Receita Federal, sendo que no caso ele pode pagar o que está sendo cobrado, entrar com pedido de impugnação (por discordar da multa) ou então requerer parcelamento do débito. “Se ele apresentar defesa a Receita não pode cobrar essa dívida até decisão, mas, caso ele não apresente defesa, não faça o parcelamento da dívida e não pagar o valor cobrado, a Receita encaminha a divida à Procuradoria da Fazenda Nacional para que ela faça a cobrança via judicial”, completa.

Roberto Jr. acrescenta que, em casos em que o fato caracteriza crime contra a ordem tributária, a Receita Federal faz uma representação para fins penais para que o MPF (Ministério Público Federal) possa, caso entenda que isso seja necessário, entre com uma ação penal contra o sonegador. Neste segundo semestre a Receita estará atenta e dará ênfase na fiscalização não só sobre empresas, mas também ao contribuinte pessoa física, especialmente os profissionais liberais, como médicos, dentistas, psicólogos, advogados, economistas, engenheiros, entre outros.

Ele explica que a estratégia usada pela Receita Federal para flagrar os sonegadores é o cruzamento das informações prestadas pelo contribuinte ao Leão. Apesar de considerar que boa parte dos sonegadores incorre no erro por vontade própria e não por desconhecimento do que é lícito ou ilícito, Roberto Jr. pede que o contribuinte, na dúvida, busque informações junta à Receita Federal ou ao contador, no caso de pessoa jurídica, para evitar que ele, por desconhecimento da legislação fiscal, incorra na violação.

 

Mídia Max News

Deixe seu Comentário

Leia Também

TRAIÇÃO
Mulher flagra marido com novinha e a faz andar pelada na rua
ENCONTRO ACABA EM MORTE
Moça que foi estuprada e assassinada saiu de casa para se encontrar com um amigo
RAÇA ASSASSINA
Rottweiler mata doze bezerros em propriedade rural
TRAGEDIA NA RODOVIA
Grave acidente envolve três caminhões e um carro na PR 180; uma pessoa morreu
FÁTIMA DO SUL - NESTA QUARTA-FEIRA
Esclarecimentos sobre porte de armas e suas aquisições acontece nesta quarta-feira em Fátima do Sul
ESTUDANTES
Estudantes podem se inscrever no Sisu a partir desta terça-feira
TECNOLOGIA
Clientes de bancos digitais vão poder sacar dinheiro em padarias e supermercados
VALOR INDEVIDO
Mais de 4 milhões de motoristas vão receber restituição da diferença do DPVAT
DESEMPREGO À VISTA
Petrobras vai demitir funcionário aposentado após reforma da Previdência
BORA PRA BONITO - MS
Passeios em Bonito tem até 60% de desconto para sul-mato-grossenses