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13 de Dezembro de 2004 09h27

Peixe dá show, acaba com tabu e fica perto do bicampeonato

Vingança. Depois de cair de quatro e ser eliminado pelo Azulão nas semifinais do Paulistão, o Peixe foi ao ABC neste domingo precisando desesperadamente da vitória para continuar na briga pelo bicampeonato brasileiro. Sem dar bola para o tabu de nunca ter batido o Azulão em Brasileiros, o Peixe deu um verdadeiro show e fez 3 a 0, com sobras.

Com a vitória e a derrota do Furacão para o Vasco em São Januário, o Peixe reassumiu a ponta do Brasileirão e agora pode ser campeão até mesmo se perder para o Vasco, domingo em São José do Rio Preto. Para isso, torcerá apenas para que o Atlético-PR não vença o Botafogo na Arena da Baixada. Uma vitória simples do Peixe dá a taça ao time da Vila, independentemente do que aconteça na partida dos paranaenses.

O jogo: Com Elano de volta ao meio-campo, o Santos ganhou em criatividade, e começou a partida deste domingo em cima do São Caetano. Logo no primeiro ataque, Basílio, Preto Casagrande e Paulo César tentaram de longe, mas a bola explodiu sempre na zaga, nem chegando a assustar Silvio Luiz.

Susto quem levou foi o goleiro Mauro e a torcida do Peixe, quando, aos dois minutos, Warley recebeu belo passe de Marcinho, passou por Avalos e bateu forte, à direita do gol santista.

Depois de tentar furar o bloqueio do Azulão com seguidos cruzamentos para a área, e só chegar perto do gol com uma cabeçada de Basílio, em cima de Silvio Luiz, o Santos voltou a deixar sua torcida de cabelos em pé.

Aos 16 minutos, Lúcio Flávio cobrou falta da esquerda, Paulo Miranda desviou de cabeça e Marcos Aurélio completou, também de cabeça, para o fundo do gol de Mauro, mas a auxiliar Ana Paula Oliveira estragou a festa, marcando impedimento do zagueiro.

O Santos sofria para escapar da forte marcação do São Caetano e ainda dava sopa para o azar. Aos 22 minutos, Lúcio Flávio cobrou falta com maestria, mas acertou o poste esquerdo de Mauro.

Quando o gol do São Caetano parecia maduro, o Santos abriu o placar. Aos 31, a zaga do Azulão falhou feio, e a bola sobrou limpa para Elano encher o pé e explodir a galera santista, maioria absoluta nas arquibancadas do Anacleto Campanella.

O gol trouxe a calma de volta ao Peixe, que passou a jogar nos contra-ataques e quase ampliou novamente com Elano aos 38, mas a bola chtada forte pela direita desviou na zaga e saiu em escanteio.

O São Caetano continuou assustando somente nas bolas paradas. Na última, aos 46 minutos, Lúcio Flávio não teve a mesma sorte das outras oportunidades e carimbou a barreira santista. O Santos desceu para os vestiários como líder do Brasileirão.

Show dentro e fora de campo: Com Ricardo Bóvio no lugar de Preto Casagrande, machucado, o Peixe voltou para os 45 minutos finais a todo vapor, e por pouco não ampliou logo aos dois minutos, após Paulo César cruzar fechado e obrigar Silvio Luiz a fazer difícil defesa.

O primeiro lance da etapa final foi um prenúncio do que estava por vir. Soberano, o Santos fez o que quis em campo e deu um verdadeiro baile no time da casa, levando à loucura os torcedores que invadiram o Anacleto Campanella.

Aos cinco minutos, após lindo lançamento de Elano, Deivid fez o pivô e atrasou a bola para Léo, que invadiu a área e foi derrubado por Marcos Aurélio. Pênalti indiscutível, que Ricardinho cobrou com perfeição: 2 a 0 Peixe. O gol de Ricardinho foi o centésimo do Peixe neste Brasileirão.

Aos 13 minutos, Basílio foi lançado em profundidade e tentou encobrir Silvio Luiz, mas errou o alvo por muito e perdeu a chance de matar o jogo. Depois deste lance, o técnico Péricles Chamusca mudou o São Caetano, sacando o zagueiro Marcos Aurélio para a entrada do meia ofensivo Éder.

A alteração não teve tempo para surtir efeito. Aos 16 minutos, enquanto o árbitro trombava com um jogador do Azulão e rolava no gramado, Léo recebia pela esquerda e cruzava na medida para Basílio desviar de Silvio Luiz e se redimir: 3 a 0.

Um minuto depois, as arquibancadas do Anacleto explodiram novamente de alegria com o anúncio do gol de Henrique, que colocou o Vasco na frente do Atlético-PR em São Januário e praticamente consolidou o Peixe como novo líder da competição.

Nos 20 minutos finais, o Peixe continuou soberano, mas tirou um pouco o pé do acelerador, criando menos chances para ampliar. O São Caetano continuou limitado às cobranças de falta, mas com Marcinho, não levou perigo ao gol de Mauro.

Tocando a bola de pé em pé, o Santos levantou a torcida aos 38, depois que Ricardinho achou Deivid livre na área para ampliar, mas o gol não saiu graças à coragem de Silvio Luiz, que dividiu com o artilheiro e mandou a bola para escanteio. Na cobrança, após a confusão, Avalos girou e bateu por cima do travessão, com perigo.

Aos gritos de olé, o Peixe irritou o São Caetano, e acabou provocando a expulsão de Marcelo Mattos. Com um a mais, ficou ainda mais fácil. Aí foi só aguardar o apito final do árbitro e explodir definitivamente. O Santos está mais perto do que nunca do bicampeonato brasileiro.

 

Gazeta Esportiva

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