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Mulheres protestam contra a ineficiência do sistema de proteção em MS

3 Ago 2010 - 09h04Por Fátima News com assessoria

O ato público pelo fim da violência contra a mulher, organizado pela secretaria de mulheres do PT, reuniu mais de 150 campo-grandenses na Rua Barão do Rio Branco, na tarde desta segunda-feira (02). Os protestos, feitos por diversas lideranças femininas, criticaram duramente o atual sistema de proteção à mulher em Mato Grosso do Sul.

“Já tivemos evoluções na questão legislativa com a criação da Lei Maria da Penha, no entanto, enfrentamos sérias dificuldades para a implantação dessa lei no Estado, por conta ineficiência na estrutura do sistema de proteção às mulheres. Hoje, se uma mulher é violentada ou agredida no fim de semana, precisa esperar até a segunda-feira para registrar uma queixa”, destacou a representante da Marcha Mundial de Mulheres, Marlene Ricardi, em seu discurso.

A representante lembrou ainda que Mato Grosso do Sul está em segundo lugar no ranking dos estados com o maior número de mortes violentas de mulheres, perdendo apenas para o Pará. “Aqui no Estado, diversas mulheres são assassinadas brutalmente todos os dias, tanto na área urbana como na área rural e também nas aldeias”, afirma Ricardi.

No ato, que teve como lema “Cuidado, machismo mata”, diversas mulheres distribuíram materiais informativos para pedestres que passaram pelo local. Wilminha, que é militante no movimento de mulheres da Central Única dos Trabalhadores (CUT), lembrou que as mulheres devem estar atentas para denunciar qualquer tipo de violência. “Muitas mulheres são vitimas também de violência psicológica e assédio moral de seus maridos, filhos e patrões. Nós não podemos continuar como vítimas desse machismo exacerbado”, termina.

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