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Fátima do Sul, 13 de Dezembro de 2017
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22 de Julho de 2017 09h12

Igreja é acusada de homofobia por chamar casamento gay de “pirataria”

“Deus fez a família original, diga não à pirataria”, dizia postagem no Facebook

Gospel Prime
Igreja é acusada de homofobia por chamar casamento gay de Igreja é acusada de homofobia por chamar casamento gay de "pirataria"

A Igreja Evangélica Projeto de Deus foi alvo de polêmica nas mídias sociais após publicar uma imagem que causou polêmica entre os usuários do Facebook. A publicação foi removida depois de várias denúncias.

 

De acordo com informações divulgadas pelo G1, a imagem consistia em dois desenhos: Uma, de um casal heterossexual, outra, de um casal homoafetivo. Abaixo, “Deus fez a família original, diga não à pirataria”.

Por meio do post, internautas de diferentes grupos sociais e credos se manifestaram, incluindo indivíduos ligados ao movimento LGBT, que consideraram o conteúdo intolerante e homofóbico.


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Ao aproveitar a sanção dada pelo Facebook, a igreja, localizada em São Carlos (SP) fez outra publicação, com qual disse que “estão acostumados com os ataques justamente daqueles que dizem sofrer por serem oprimidos”. Além disso, uma carta aberta foi divulgada com a instituição afirmando que não é contra os homossexuais.

 

Entre alguns conteúdos do texto, diz que “a sociedade laica pode escolher não temer a Deus, mas a Igreja como instituição privada escolhe seguir os ensinamentos bíblicos. Quem quiser fazer parte da Igreja Projeto de Deus deve seguir o CREDO da igreja. É apenas uma questão de escolha”.

Em entrevista ao G1, José Carlos Bastor, que é inspetor de alunos e militante do movimento Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travetis, Transexuais e Transgêneros (LGBT), comentou o caso. “A imagem é de teor preconceituoso, denigre a comunidade LGBT”.

 

A advogada Janaina Basilio afirmou que qualquer internauta ofendido pode abrir processo. “Inclusive, o Ministério Público pode agir em nome de todo mundo ou a Defensoria Pública”.

“É a mesma coisa que acontece com as músicas preconceituosas que acabam sendo proibidas de tocar nas rádios, elas não citam diretamente uma pessoa, se referem a um grupo de pessoas, sem ser de forma velada”, disse.

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