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Fátima do Sul, 18 de Outubro de 2017
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12 de Julho de 2004 14h51

Governo estadual avalia desempenho do FCO

As tradicionais linhas de crédito são sempre muito bem vindas e utilizadas pela maioria dos produtores rurais. Por meio delas os empresários ampliam e começam novos negócios, da mesma forma expandem suas produções e seus lucros. Entre essas opções de crédito R$ 300 milhões foram orçados esse ano pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), para Mato Grosso do Sul sendo que R$ 104 milhões – conforme informação da superintendência do Banco do Brasil – já foram contratados por empreendedores do Estado em seus diversos programas.

Foi exatamente para discutir o desempenho das operações desse Fundo que o Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO se reuniu, na última quinta, na Secretaria da Produção e do Turismo (Seprotur), com a participação de representantes do Banco do Brasil, órgão responsável pela aplicação dos recursos desse Fundo na região Centro-Oeste.

Como resultados dos trabalhos foram definidos e ajustados critérios e procedimentos para operações em tramitação e também foram suspensos temporariamente os acolhimentos de novos pleitos de médios e grandes produtores e suas cooperativas. Tal atitude foi tomada devido ao grande número de propostas já acolhidas e à insuficiência de recursos para novos atendimentos.

“A demanda de projetos veio a superar o orçamento do crédito disponível. Tendo em vista as dificuldades para complementação dessa verba, estamos apostando nos recursos dos programas oficiais do Plano Agrícola e Pecuário – PAP 2004/2005 para atender boa parte dos pleitos dos produtores rurais do Estado. Dessa forma, entendemos que daremos continuidade aos programas desenvolvidos pelo governo do Estado, como o Expansul, Repasto e o Proape”, acrescenta o secretário de Estado da Produção e do Turismo, também presidente do Conselho do FCO, José Antônio Felício.

Conforme Felício, “essa é uma oportunidade para os ruralistas analisarem as condições oferecidas por outras linhas de crédito rural para investimentos em Mato Grosso do Sul. Por exemplo, temos os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), já regulamentados no Plano Agrícola e Pecuário na ordem de R$ 10,7 bilhões para todo o país podendo o agropecuaristas do Estado utilizarem parcela expressiva desse recurso nos programas Moderagro, Moderfrota, Moderinfra e outros”, lembra o secretário.


Verba

Do início do ano até agora o FCO já contratou aproximadamente R$ 87 milhões entre os 379 empreendedores nos diversos programas do Fundo. Isso sem contabilizar os R$ 17 milhões já computados pelas operações assistidas pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Pronaf/Reforma Agrária. Só durante a reunião do Conselho, na semana passada, mais oito cartas consultas do setor de armazenagem e 36 relacionadas à correção de solo foram aprovadas, valor que ultrapassa R$ 50 milhões.

Se por um lado as propostas estão superando os recursos previstos por outro ainda há verba à espera de novos proponentes. “É importante lembrar que os 49% destinados aos médios e grandes investidores vêm sendo utilizados, mas temos ainda boa parte dos 51% dos R$ 300 milhões à espera dos micros e pequenos empresários”, frisa o secretário.


Prioridade

Com base nas definições do Conselho do FCO foi estabelecida uma linha de prioridades para as operações ainda não contratadas. Os mini e pequenos produtores são os primeiros da lista seguidos daqueles que ainda não foram assistidos pelo Fundo.

Deverão ser seguidos ainda os seguintes critérios na ordem de contratação das operações de crédito: armazenagem de grãos, conservação e correção do solo para exploração de lavouras, retenção de fêmeas no Pantanal, entre outros.
 
 
Agência Popular
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