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Brasil

Governo atende sindicatos e pensa em novas alíquotas para IR

24 Jul 2004 - 07h11

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, disse esta sexta-feira que o governo atendeu as reivindicações dos sindicatos, em relação ao Impostos de Renda, mas não da forma que eles queriam. Palocci falou que não é saudável que se crie indexações para os contratos da economia no País. Ele afirmou ainda que o governo estuda criar a partir do ano que vem uma nova alíquota para o cálculo do Imposto de Renda, para diminuir o impacto daqueles que ganham menos. "Eles pediram que nós promovêssemos ainda neste ano um ajuste para o IR relativo à inflação", afirmou durante a solenidade de assinatura da medida provisória que será encaminhada ao Congresso Nacional. "Nós respondemos positivamente, mas insistimos com os sindicatos que nós não devemos usar critérios de indexação em nenhum dos aspectos de nossa economia".

De acordo com Palocci, esse é um esforço que o Brasil tem realizado. Conseguiu em muitos aspectos e em outros não.

A MP assinada nesta sexta-feira diz que pessoas que ganham na faixa de R$ 1,5 mil terão isenção total do IR. Quem recebe R$ 1,6 mil terá isenção de 74,9%, quem tem salário maior que R$ 1,8 mil terá um abatimento de 30%.

Já os trabalhadores que recebem mais de R$ 2,1 mil terão isenção de 16,7%. A tabela é progressiva até o valor de R$ 4 mil com isenção de 5,1% no IR.

"O governo atendeu ao pleito, mas fazendo esse pleito de forma crescente inversamente proporcional à renda", afirmou. "Entendendo que uma maneira mais adequada de lidar com tributos na nossa sociedade". Palocci admitiu em seu discurso que os tributos no Brasil não têm conseguido uma progressividade adequada.

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