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Brasil

Fracassa nova tentativa de acordo entre governo e PMDB

17 Nov 2004 - 15h32

Terminou sem acordo o encontro entre o presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), e o ministro da Coordenação Política, Aldo Rebelo, nesta quarta-feira. De acordo com Temer, os argumentos apresentados pelo ministro para a permanência do PMDB na base foram insuficientes.

Segundo Rebelo, o resultado das urnas nas eleições de outubro foi um recado enviado pelo povo aos governantes. "Nenhum partido alcançou 20% dos votos. Isto mostra que é necessária uma coalizão para governar o país. Todos querem a coalizão", afirmou Rebelo.

O ministro informou ainda que tem uma extensa agenda de encontros com lideranças peemedebistas, entre parlamentares e governadores, para tentar demovê-los a desistir de deixar a base. Nesta semana, um dos encontros será com o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB).

Temer afirmou achar "muito difícil" a manutenção do PMDB na base. Durante sua conversa com o ministro da Coordenação Política, o presidente peemedebista explicou que o seu partido quer buscar um caminho próprio.

Temer confirmou a realização da convenção nacional do PMDB marcada para o dia 12 de dezembro e informou que considerou prejudicado o requerimento feito por 17 integrantes da Executiva Nacional do partido, que querem adiar a convenção.

"Não foi pedido o adiamento. Foi pedida a realização de convenções regionais. Há tempo suficiente para a realização destas convenções, por isto considerei prejudicado o documento", explicou Michel Temer.

"Disse também ao ministro Aldo que se a convenção decidir por um caminho próprio é isto que o PMDB vai fazer", disse Temer. O deputado avaliou que ainda é cedo para falar de uma aliança entre PT e PMDB para as eleições de 2006.

O adiamento da convenção do PMDB daria mais tempo para o Planalto negociar a permanência do partido na base. Atualmente o PMDB ocupa dois ministérios e diversos cargos de segundo e terceiro escalões. O governo também acha, no entanto, que é cedo para falar de uma aliança para as eleições de 2006, segundo informou Aldo Rebelo.

 

 



Agência Folha

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