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Força-tarefa investiga 500 por "lavagem" de dinheiro

3 Set 2004 - 08h59
Balanço divulgado hoje por força-tarefa que investiga "lavagem" de dinheiro por meio das contas CC5 do Banestado aponta que 411 servidores públicos e 137 políticos participaram da movimentação financeira ilegal.

Segundo laudo da perícia, foram remetidos US$ 24 bilhões ao exterior entre 1996 e 2000. A maioria dos servidores envolvidos é formada por "laranjas".

Entre os políticos, a força-tarefa listou prefeitos, deputados e vereadores que concorreram nas eleições de 1998, 2000 e 2002, mas cujos nomes não foram divulgados porque as investigações não estão concluídas.

A evasão de divisas foi constada por meio de cruzamento dados com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e os TREs (Tribunal Regional Eleitoral).

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, que fez um balanço dos trabalhos da força-tarefa, formada por integrantes do Ministério Público Federal, Banco Central, da Polícia Federal, Receita Federal e da CPI instalada no Congresso.

Fonteles afirmou que o envio da base de dados das investigações à Receita possibilitou a identificação de sonegadores e provocou um aumento das autuações fiscais da ordem de R$ 3 bilhões.

Os 411 servidores federais, de acordo com as investigações, movimentaram cerca de R$ 460 milhões em 2001, embora seus rendimentos no mesmo período fossem da ordem de R$ 307 milhões.

O cruzamento entre os rendimentos declarados ao Fisco por esses contribuintes e sua movimentação via CC5 indica uma variação patrimonial que representa sonegação fiscal de cerca de R$ 15 milhões.

Histórico

A força-tarefa funciona desde maio do ano passado e desde então já denunciou 375 pessoas em Curitiba e outras 68 em Foz do Iguaçu, o que resultou em 16 condenações, sendo três delas com sentença transitada em julgado (que não cabe mais recurso).

Foi pedido o seqüestro de bens de 109 pessoas e arrestados bens no valor de mais de R$ 107 milhões. Não estão incluídas nesse valor as quantias arrecadadas com fianças, que em alguns casos foram elevadas, como, por exemplo, os R$ 700 mil pagos pelo gerente de um Banco do Paraguai.
 
Folha Online

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