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Caso Eliza: Bruno está confiante que será absolvido

29 Jul 2010 - 07h16Por

O advogado de Bruno, Ércio Quarema, disse que a risadinha dada pelo goleiro Bruno, na semana passada, quando ele deixava a Vara de Infância e Juventude, em Belo Horizonte, Minas Gerais, é porque ele está confiante que será absolvido. O jogador está preso na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Minas Gerais, pela suspeita de envolvimento no desaparecimento da sua ex-amante Eliza Samudio, de 25 anos. A estudante está sumida desde o dia 4 de junho.

"Enquanto não tiver corpo, Eliza não pode ser considerada morta. Ele (Bruno) rui porque sabe que não será condenado, apesar de ter sido chamado de assassino quando deixava o juizado. Ele está tranquilo porque sabe que tem como seu advogado o maior de todos que é Deus e depois, eu", disse Quaresma.

Quaresma ainda explicou que incluiu Eliza na lista de testemunha do goleiro por acreditar que ela esteja viva. O atleta e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foram denunciados pelo Ministério Publico do Rio por terem, em outubro do ano passado, sequestrado, agredido e obrigado a jovem, então grávida de cinco meses, a tomar remédios abortivos.

Luiz Carlos Samudio, pai de Eliza, condenou a estratégia de defesa adotada pelo advogado.

"É vil a maneira como está conduzido o caso. Infelizmente temos a certeza de que ela (Eliza) está morta. A minha filha nunca abandonaria o filho, até porque ela tinha um trauma de infância por ter sido abandonada pela mãe. Toda essa carência, ela transferia para o filho. Era uma excelente mãe. Não deixava a criança com ninguém e tinha medo que o Bruno quisesse tirar o filha dele", disse Luiz Carlos.

"Tudo isso que o Quaresma está inventando é para tumultuar e desqualificar a investigar. Ele deve ter um problema psicológico. Tem uma estratégia de trabalho muito baixa. Todos temos direito à defesa, mas não se deve tripudiar do sofrimento alheio desse jeito", desabafou o pai, que pretende processar o Estado do Rio.

"Estou coletando documentos e estudando a possibilidade de denunciar a inércia do Estado brasileiro por não ter garantido a segurança de Eliza. Se ela tivesse recebido proteção quando pediu, se a lei tivesse sido cumprida, ela ainda poderia estar viva e o goleiro do flamengo, estaria jogando feliz no canto dele", disse o advogado da família Samudio, Sérgio Barros da Silva.

O pai de Eliza pretende ainda encaminhar um documento para a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, a chamada Convenção de Belém do Pará, adotada em Sessão Plenária da OEA, em 1994, e ratificada pelo Brasil em 27 de novembro de 1995. Esse também  foi um recurso usado por Maria da Penha Maia Fernandes, que sofreu duas tentativas de assassinato, tendo o marido como autor. Sua luta deu origem a lei Maria da Penha, na qual aumentou o rigor das punições às agressões contra a mulher, quando ocorridas no ambiente doméstico ou familiar.

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