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12 de Julho de 2004 09h14

BC mantém a expectativa de inflação em alta

O Banco Central informou hoje que as expectativas do mercado financeiro elevam o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 7,05% no ano. É a nona semana consecutiva em que os consultores e analistas de mercado aumentam as perspectivas de inflação, cuja meta oficial é de atingir 5,5%. Em grande parte, essa evolução decorre do peso de reajustes das tarifas públicas, que há um mês eram estimados em 7,50% no acumulado do ano, e agora sobe para 8%.

Os demais índices de inflação pesquisados pelo BC, segundo a pesquia divulgada pelo BC, oir meio do Boletim Focus, também mostram evoluções na semana. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) medido pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe), no município de São Paulo, subiu de 6,07% para 6,34%; o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 11,04% para 11,05%; e o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) foi de 10,97% para 11,12%.

De acordo com o mercado, a inflação deste mês deve ser a mais alta do ano, até agora, com possibilidade de encerrar o período em 0,95% - em junho registrou 0,91%. Mas os analistas apostam em uma redução significativa a partir de agosto, quando os reajustes de tarifas como energia e telefonia terão menor reflexo, e acreditam num IPCA de 0,59% para o próximo mês.

Enquanto isso diminuem cada vez mais as expectativas com relação à possível redução da taxa básica de juros, que está em 16% ao ano. O mercado estima que a Selic permanecerá igual pelo menos até setembro, com possibilidade de queda de apenas 0,75 ponto percentual até o fim do ano.

A boa nova da pesquisa diz respeito ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Depois que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, na semana passada, o “bom comportamento” da indústria, que dá evidentes sinais de recuperação continuada, os analistas de mercado que olhavam com pessimismo a meta de 3,50% no ano já admitem, agora, 3,52%.

Melhor ainda: o fortalecimento da balança comercial, que deve fechar 2004 com saldo de US$ 28 bilhões, também eleva as perspectivas para 2005 para US$ 24,55 bilhões - na semana anterior era de US4 23,95 - e com isso aumentam as chances de o superávit das transações correntes deste ano subir de US$ 4,60 bilhões, na semana anterior, para US$ 5,69 bilhões, com reflexo positivo também no ano que vem, cuja previsão, até início de junho, apontava para déficit de US$ 1 bilhão, e agora reverte para superávit de US$ 300 milhões.
 
 
Agência Brasil
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