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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

230 mil faltaram às eleições municipais deste ano

8 Out 2004 - 08h16
 

Urnas eletrônicas em depósito de cartório eleitoral; na Capital, 69,4 mil eleitores faltosos.

De um total de 1.492.702 eleitores que estavam aptos a votar em Mato Grosso do Sul no domingo passado, 230.108 não foram às urnas.

Isso equivale a um índice de abstenção de 15,4%, que acompanha a média de eleições anteriores.

Entre os 78 municípios que tiveram votação, incluindo o mais recente, Figueirão, o índice de abstenção teve oscilações, ficando bem acima da média estadual em algumas localidades, mas também bem abaixo em outras.

Em Figueirão, a primeira eleição para prefeitura e Câmara dos Vereadores mobilizou 87,6% dos eleitores.

Dos 1.726 pessoas aptas a votar no novo município, 213, ou 12,3%, faltaram à votação.

É um índice abaixo da média estadual, mas aponta interesse dos eleitores figueirenses bem menor do que o registrado em Glória de Dourados, onde o percentual dos que não foram às urnas não chegou a 5%.

Dos 5,9 mil que tinham de digitar o voto na máquina eletrônica, só 279 não o fizeram, apenas 4,5% do eleitorado.

Na contramão, a cidade de Brasilândia teve o maior índice de abstenção no Estado: 20,9% dos eleitores não compareceram às sessões de votação.

Foram 1.925 faltosos, de um total de 9202 eleitores. Este número supera em mais de duas vezes a diferença entre o vencedor das eleições, Antônio de Pádua (PMDB), que recebeu 2.947 votos, e o segundo colocado, Jorge Diogo, que obteve 2.175 votos.

O número de pessoas que não foi às urnas supera o total de votos do terceiro colocado em Brasilândia, Flávio de Vasconcelos (PTB): 1.805.

Ou seja: o resultado da eleição até poderia ser diferente se o índice de abstenção não fosse tão alto.

Na Capital do Estado, a quantidade de pessoas que não votaram foi de 69.640, ou 14,85% do total.

Só o prefeito eleito, Nelson Trad Filho, com 213 mil votos, e o segundo colocado, Vander Loubet, com 87 mil, atingiram quantidade maior do que a de faltosos.

Os outros três candidatos ficaram abaixo disso. Dagoberto Nogueira Filho (PDT) chegou 52,9 mil votos, enquanto a votação de Antônio Cruz (PTB) foi de 23 mil votos. Suél Ferranti (PSTU) foi a opção de 4.675 eleitores.

Somente a título de comparação, o total de ausentes nas eleições é 13 vezes maior que a votação do último colocado.

O contingente de ausentes inclui as pessoas que estão em outras regiões e podem ter apresentado justificativa de falta à votação.

Para quem não fez isso no dia da votação, deve se apresentar ao juiz eleitoral de sua zona, que pode aceitar ou não as explicações.

Caso o juiz não aceite, a multa é mínima; apenas R$ 3,50 por turno em que a pessoa não compareceu à votação. As informações são do Campo Grande News.

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