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Farmacêuticas estimam reajuste de medicamentos em até 5,68% em abril

12 Mar 2014 - 15h41Por Folha

Entidades que reúnem a indústria farmacêutica estimam um reajuste máximo de 5,68% no preço dos remédios a partir de abril.

O reajuste máximo é fixado pelo governo em três patamares, a depender da quantidade de genéricos em cada categoria –e, consequentemente, a depender da concorrência em cada grupo. No grupo um, os medicamentos genéricos representam 20% ou mais do faturamento; no grupo dois, representam de 15% a menos de 20%; e, no três, até 15%.

O percentual é um teto, e não costuma ser integralmente repassado ao consumidor, por conta da concorrência entre empresas e dos descontos oferecidos.

Segundo estimativa fechada pelo Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo) e pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) nesta quarta-feira (12), os reajustes máximos autorizados devem ficar em 5,68% para o grupo um, de maior concorrência; em 3,35% para o segundo grupo; e em 1,02% para o terceiro grupo, de menor concorrência.

O percentual médio, se todos adotarem o teto do reajuste, será de 3,5%.

Os cálculos são feitos com base em uma fórmula e variáveis publicadas pelo governo. A última variável que faltava para completar a estimativa, explica o Sindusfarma, era o IPCA, divulgado nesta quarta. Os percentuais oficiais devem ser publicados este mês.

Os reajustes médios ponderados autorizados no passado foram 4,59% em 2013, 2,81% em 2012 e 4,71% em 2011.

Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma, ressalta que o custo das empresas com salários e a alta do dólar, em 2013, subiu de 13% a 18%, a depender do peso de insumos importados utilizados na produção, o que pode ter impactos no investimento que será feito pelas empresas no futuro.

Não integram a lista de medicamentos de preço controlado os fitoterápicos, homeopáticos e algumas classes com alto nível de competição.

GENÉRICOS

Pesquisa do Procon-SP divulgada ontem aponta que os medicamentos genéricos são, em média, 56,51% mais baratos do que os de referência na capital paulista.

ntre os genéricos, a variação de preços é de até 881,88%.

A maior diferença de valores foi verificada com o medicamento Nimesulida, de 100 mg e 12 comprimidos, que custava R$ 1,60 em uma farmácia e R$ 15,71 em outra. Ele é indicado como anti-inflamatório e analgésico.

Quanto aos de referência, a maior variação foi de 259,99%.

As informações são de pesquisa realizada em fevereiro pelo Procon-SP em 15 drogarias distribuídas pelas cinco regiões de São Paulo.

No interior paulista, em pesquisa feita em 11 cidades, a maior diferença de preços entre genéricos foi de 779,21%, também para o medicamento Nimesulida.

No caso dos medicamentos de referência, a maior variação foi encontrada em Bauru: 306,67% para o Perlutan.

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