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Londres diz que Giroto pode sair governador e retorno ao PR não garante apoio ao PMDB

8 Out 2013 - 13h30Por Mídia Max

O presidente regional do PR, deputado estadual Londres Machado, declarou na manhã desta terça-feira (8) que o retorno de Edson Giroto ao partido não sela nenhum compromisso de apoio com o PMDB. Segundo Londres, Giroto se filiou ao PMDB porque era uma exigência do ex-prefeito Nelsinho Trad para as eleições de 2012. O deputado lançou ainda a possibilidade dele encabeçar uma chapa ao governo pelo PR.

Conforme Londres, o partido sempre trabalhou pela volta de Giroto, desde que foi ao PMDB em um projeto que não deu certo. “Sempre trabalhamos. Quando ele foi ao PMDB pra ser candidato, foi por uma exigência do Nelsinho que o cara tinha que ser do partido para ele apoiar. Nós entendemos que era importante ele disputar o cargo, mas esperávamos que assim que fosse eleito, retornasse. Sempre trabalhamos pela volta dele. Mesmo o André às vezes dizendo que não, nós não desistimos e deu certo”, conta.

Sobre os planos do partido para Giroto, o presidente regional avalia a possibilidade de ele concorrer a uma vaga ao governo do Estado, na sucessão do governador André Puccinelli (PMDB). Para Londres, o secretário poderia levar a eleição para um segundo turno e quem sabe assumir a vaga aberta com a saída de Puccinelli.

“Hoje todos os candidatos a Presidente da República querem palanque em MS. Então se pensarmos que PSDB, PT e PSB vão ter candidatos, podemos ter o quarto com Giroto e levar a eleição pro segundo turno. Se todo mundo lançar candidato nós podemos lançar também e no segundo turno discutir quem nos apóia”, analisa.

Questionado se a confiança em Giroto levar a eleição para um segundo turno é porque acredita que no enfraquecimento da candidatura de Nelsinho dentro do PMDB, Londres desconversou.

“O Giroto é um grande secretário estadual, técnico, mesmo tendo perdido as eleições aqui tem patrimônio eleitoral em Campo Grande. No interior tem o conhecimento e está em contato com todos os prefeitos do Estado, definindo obras do pacote do governo. Na minha visão ele é muito forte. Mas eu não gostaria de analisar o Nelsinho porque ele é PMDB. O que tenho certeza é que nosso candidato tem tudo pra dar certo”, declara.

Em relação as alianças, o deputado disse que a volta de Giroto não representa garantia de aliança com o PMDB. “Nunca foi tocado nesse assunto nem com André, Nelsinho ou quem quer que seja. A vinda de Giroto não coloca ao PR nenhum compromisso de nos alinharmos em um projeto. Sempre ficou acertado que isso só será analisado no ano que vem”, afirma.

Atualmente o PR compõe a base aliada do governo na Assembleia e anda junto com o PMDB. O enlace passou inclusive no aval a ida de Giroto ao PMDB em 2012. Entretanto, o vice-presidente do PR e um dos quadros do partido, deputado estadual Paulo Correa, tem colocado publicamente sua disposição pessoal de que o partido se alie a candidatura do senador Delcídio Amaral (PT) ao governo de MS.

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