Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
domingo, 29 de novembro de 2020
SADER_FULL
Busca
ZANZI
CASO DE POLÍCIA

Legistas confirmaram ausência de órgãos em bebê que morreu no Hospital Regional

29 Abr 2014 - 11h26Por Mídia Max

m exame feito no bebê de apenas um dia de vida, que morreu no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HR), no começo deste mês, confirmou que o recém-nascido teria sido encaminhado para o Instituto Médico-Odontológico Legal (Imol) sem alguns dos órgãos. A suspeita é de que o bebê tenha morrido afogado enquanto a mãe o amamentava, logo após o parto.

O Midiamax apurou que dois médicos legistas teriam participado da necropsia e constataram que o recém-nascido estaria sem ‘alguns órgãos’. Pela falta, supostamente dos pulmões, não teria sido possível determinar se a causa da morte foi realmente afogamento.

A morte do bebê aconteceu no dia 10 deste mês. A família denunciou o caso e afirmou que houve negligência, já que a mãe ainda estaria sob efeito de anestesia e não tinha acompanhante na hora da morte da criança. Após a morte, o corpo teria ficado pelo menos 15 dias no Imol, sem ser entregue para a família.

A morte foi registrada na 5ª Delegacia de Polícia da Capital e o delegado responsável pelo caso, Daniel da Silva disse ao Midiamax que o procedimento para investigar a morte do bebê já foi instaurado e que foram determinadas diligências para apurar o caso, porém o laudo do Imol ainda não chegou à delegacia.

“Ainda dependemos das respostas do hospital e do Imol. Precisamos dos documentos, só com as testemunhas não é possível dar continuidade”, diz.

Consta no boletim de ocorrência que o médico do hospital teria insistido para que a necropsia do bebê fosse feita no local. Diante da insistência do médico, o pai autorizou o procedimento.

Outro lado

O diretor do HRMS, Rodrigo Aquino afirmou que não são feitos exames necroscópicos no hospital. A assessoria do HRMS, já havia declarado que não houve irregularidade na entrega do corpo. Segundo o assessor, o Hospital ainda não foi comunicado pelo Imol sobre a suposta ausência dos órgãos do bebê.

Sobre a possível negligência, o Hospital Regional afirmou que instaurou sindicância administrativa para investigar os procedimentos de atendimento do paciente, para ver se havia de fato a necessidade de acompanhamento.

Caso

O caso foi denunciado pela Associação de Vítimas de Erros Médicos, que acusou o HR de supostamente entregar o corpo de um bebê sem os órgãos ao Imol. A criança morreu enquanto a mãe a amamentava logo após o parto.

Deixe seu Comentário

Leia Também

FESTONA NA PANDEMIA
Guarda Municipal acaba com 'festona' em flagrante com 119 adolescentes em MS
SEGURANÇA NO FIM DE ANO
Segurança no Estado durante as festas de fim de ano terá mais de 2 mil policiais nas ruas em MS
NOTÍCIA TRISTE
NÃO DEU TEMPO: 'Ceará' morre na véspera de encontro com os filhos que não via há 23 anos
FORÇA TÁTICA DE FÁTIMA DO SUL
Força Tática de Fátima do Sul apreende mais de 100 quilos de maconha
TRAGEDIA NA RODOVIA
Acidente entre ônibus e caminhão matou 41 pessoas
TRAGÉDIA NAS ESTRADAS
Mãe e Bebê de dois meses morrem após carro bater em coqueiro em Bonito (MS)
DISPARO ACIDENTAL
Quando colhia castanhas, Índia de 14 anos é morta com tiro disparado pelo próprio marido
COISA DE FILME DE TERROR
Vizinhos de massagista estão em choque com crueldade do crime em cidade do MS
TRAGEDIA NA RODOVIA
Violento acidente entre ônibus e caminhão em rodovia provoca 22 mortes
BARBÁRIE
Chargista é esquartejado e corpo colocado em malas