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Correios terão companhia e estudam compra de aviões da Embraer

28 Ago 2014 - 17h24
Depois de anos de negociação dentro do governo federal sobre a importância do investimento em logística aérea, os Correios terão sua própria companhia aérea.
 
A empresa também iniciou conversas com a fabricante franco-brasileira Embraer sobre potencial compra de aviões adaptados para carga, revela o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, em entrevista ao Esplanada WebTV ( assista aqui )
 
“Teremos uma participação minoritária. Seremos sócios de uma companhia aérea de carga'', diz o presidente. “Só esperamos a autorização do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Será questão de dias ou semanas'', complementa''
 
Pinheiro refere-se à compra de 49% da companhia Rio Linhas Aéreas, que já presta serviços de transporte de cargas e cartas para a estatal. A compra foi aprovada pelo governo mês passado, e agora só falta o aval do CADE e do Ministério da Fazenda para avançarem no contrato. “Esperamos a autorização do ministério da fazenda para termos um acordo de acionistas''.
 
Sobre o início de possível negociação com a Embraer, Pinheiro prefere a cautela, embora indique que há grandes chances de fechar negócio:
 
“Vamos juntos nessa empresa (Correios + Rio) buscar atualizar a frota de aviões. Temos já conversas iniciais com a Embraer, que possui possibilidades de frotas de avião muito grandes, de grande capacidade, e é uma das empresas de ponta do setor de aviação'', ressaltou o presidente da estatal.
 
Na entrevista à Esplanada WebTV, Pinheiro lembrou que o gargalo dos Correios e o seu desafio são as questões de logística, em especial a de carga. Daí a importância da aérea própria.
 
Elencou também como prioridades da empresa – que completou 350 anos e tem nova marca – os novos serviços do Banco Postal em parceria com o BB, investimentos em serviços online e auto-atendimento, operação de telefonia virtual em parceria com a italiana Post Mobile, e a parceria com a empresa chinesa Alibaba na operação de galpão na China para dar celeridade na entrega de produtos comprados no e-commerce pelos brasileiros.
 
Assim como a China, os Estados Unidos também ganharam atenção especial no comércio bilateral. Os dois países são os maiores exportadores de produtos comprados pela internet , e os Correios querem concorrer de igual tamanho com multinacionais para manter a credibilidade na entrega, lembra Pinheiro.
 
Confira detalhes sobre novidades do Banco Postal, a nova aérea e a operação da “telefonia virtual'' na íntegra da entrevista de 21 minutos concedida no estúdio da Coluna Esplanada em Brasília.

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