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No auge, Barrichello ganha respeito e confiança

27 Set 2004 - 07h18
É preciso confiança para se jogar rindo uma garrafa de champanhe sobre o presidente da Ferrari na frente de dezenas de milhares de torcedores. Barrichello o fez com um largo sorriso no rosto depois de vencer o primeiro Grande Prêmio da China neste domingo, ensopando o aristocrático italiano Luca di Montezemolo e encharcando seu paletó de grife.
Então eles se abraçaram. Barrichello, que estava desanimado no começo da temporada da F-1 ao ver seu companheiro de equipe Michael Schumacher ganhar corrida atrás de corrida, tem um novo ar de autoconfiança.
  • E a empolgação não é para menos. Ainda restando duas provas para o término da temporada, o brasileiro tem 108 pontos. Até então seu melhor ano fora em 2002, quando marcou 77. Em 2003 fez 65, e em 2001, 56.

    "Eu sou provavelmente o único homem que o deixou molhado assim em sua vida inteira", disse o brasileiro, com um grande sorriso, depois das comemorações no pódio. "Eu me sinto muito feliz por isso também."

    Barrichello está numa sequência de vitórias, e é o foco da Ferrari para as duas últimas corridas, apesar de seu nítido status de segundo piloto, sempre na sombra de Schumacher.

    O alemão, que conquistou seu inédito sétimo título no mês passado e terminou a corrida em 12º, depois de largar em último, agora está a três corridas sem vencer enquanto Barrichello ganhou duas consecutivas.

    A novidade da coletiva de imprensa pós-corrida sem Schumacher foi mostrada com as reveladoras palavras do chefe de equipe da Ferrari, Jean Todt, que não eram ouvidas desde o fim da última temporada, quando Schumacher enfrentou um pesadelo parecido no Japão: "Todas nossas chances de vitória estavam com Rubens."

    O diretor técnico Ross Brawn acrescentou: "Foi uma corrida fantástica de Rubens. Ele teve uma ótima largada e foi rápido quando precisava ser. Ele fez uma corrida perfeita e um ótimo trabalho. Ele mereceu a vitória."

    Vencedor vermelho

    Barrichello saiu na pole position neste domingo para dar à China, país em que a bandeira nacional em vermelho tremulava em todos os maestros, um vencedor vermelho.

    "Esta tem sido uma temporada em que venho tentando alcançar Michael", disse. "Ele começou em um nível mais alto e, por alguma razão, eu não fui capaz de alcançá-lo."

    "Agora estou em uma ótima fase e aqui na China, desde o começo da semana, eu vinha me sentindo bem e as configurações do carro estavam muito boas."

    Os 10 pontos asseguraram a Barrichello o vice-campeonato entre os pilotos pela segunda vez na sua carreira e a vitória foi a nona entre as 196 corridas de sua carreira.

    "Fisicamente eu diria que esta corrida foi muito mais dura que Monza, com certeza", disse o brasileiro, que venceu na Itália há duas semanas.

    "Mas toda vitória é diferente. Eu acho que em Monza nós tínhamos um carro muito mais rápido que o dos nossos adversários", disse. "Aqui nós não tínhamos um carro que era muito mais rápido."

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