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MPE deve apresentar nova ação contra indiciados na Owari e Brothers

11 Nov 2009 - 14h34Por Dourados Informa

O promotor público Paulo César Zeni afirmou ao Campo Grande News ainda neste ano mais uma ação criminal será apresentada pelo Ministério Público contra pessoas indiciadas pela Polícia Federal durante as operações Owari e Brothers.

As outras denúncias ficarão para 2010. Das 73 pessoas indiciadas pela Polícia Federal, 28 já foram denunciadas pelo MPE.

Em julho, 42 pessoas de Dourados, Naviraí e Ponta Porã foram presas pela PF por ligação com duas organizações criminosas acusadas de fraudar licitações em vários setores do serviço público. Entre os presos estavam vereadores, secretários municipais, servidores públicos e empresários.

Até agora, o MPE apresentou duas ações criminais como resultado das investigações, realizadas durante um ano pela delegacia da Polícia Federal em Dourados. A primeira denúncia foi deita no dia 10 de setembro, contra 13 pessoas acusadas de fraude no arrendamento do Hospital Santa Rosa (atual Hospital da Mulher).

São réus nessa ação o ex-secretário municipal de Saúde, João Paulo Barcellos Esteves, o empresário Sizuo Uemura, sua esposa Helena Masako Tsumori Uemura, os filhos Sizuo Uemura Júnior, Eduardo Takashi Uemura e Anary Eiko Uemura, o dentista André Luiz Freitas Tetila, filho do ex-prefeito Laerte Tetila (PT), o ex-presidente do Conselho Municipal de Saúde, Wilson Cezar Medeiros Alves, o ex-superintendente financeiro da Secretaria de Saúde Evandro Silva Rosa, Ana Cláudia Barzotto, Rodrigo Boschetti Medeiros e Sandro Petry Laureano Leme. A fase de interrogatórios ainda não começou.

Outras 15 pessoas foram denunciadas no dia 21 de outubro, por fraude em licitações. Nessa ação, são réus o vice-prefeito de Dourados de Carlinhos Cantor, o ex-secretário de Obras Carlos Ióris, o ex-secretário de Serviços Urbanos na administração Laerte Tetila (PT) e funcionário de carreira da Secretaria de Obras Jorge Hamilton Marques Torraca, os empresários Eduarte e Everaldo Dias Leite, donos de empresas que prestam serviços à prefeitura, Cândido Segóvia Vilharva, Cezário Figueiredo Neto, Cristiane Moreira, Isaias de Paula Deus, José Ciro Teixeira, Manoel Belarmino Pena, Maria Aparecida da Silva, Nely Antônia Olsen Vieira, Teruo Hato e Silvério Gonçalves Diniz Filho, um dos servidores da atual administração demitidos após as operações da PF.

Todos já são considerados réus, pois a denúncia foi aceita pela juíza da 1ª Vara Criminal, Dileta Terezinha Souza Thomaz. O processo está na fase de apresentação da defesa dos acusados.

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