Menu
SADER_FULL
quinta, 21 de outubro de 2021
Busca
Brasil

Inadimplência dos consumidores cresce 2,5% em novembro

13 Dez 2006 - 15h03

A inadimplência dos consumidores aumentou no País em novembro, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira pela Serasa. Na comparação com o mesmo mês de 2005, a companhia de análise de crédito verificou alta de 2,5%. Em relação a outubro de 2006, o movimento foi semelhante, com elevação de 2,6%, dando seqüência a um aumento de 5% constatado no confronto de dados entre outubro e setembro deste ano.

De janeiro a novembro, a pesquisa da Serasa apontou avanço de 11,3% na inadimplência das pessoas físicas, ante o número acumulado dos primeiros 11 meses de 2005.

Na avaliação da companhia de análise de crédito, o maior comprometimento da renda da população com as dívidas, contraídas no varejo, nos bancos e nas financeiras, resultou no crescimento da inadimplência em novembro deste ano. Os técnicos destacaram que este movimento de alta foi atenuado pela redução nas taxas de juros e pelo crescimento da renda do consumidor, sustentado pelo reajuste do salário mínimo, inflação baixa, expansão do emprego e reajustes salariais com ganho real.

A Serasa acrescentou que, apesar da alta de 11,3% na inadimplência no acumulado do ano até novembro, esse crescimento é inferior à expansão verificada no volume de crédito concedido às pessoas físicas. Segundo a empresa, somente até outubro, este volume registrava elevação de 21,8%.

Finanças

No mês passado, segundo o indicador da Serasa, as dívidas com os bancos assumiram o primeiro lugar no ranking de representatividade na inadimplência dos consumidores. Ultrapassaram as dívidas com cartões de crédito e financeiras e tiveram participação de 34,6%, porcentual superior ao registrado em novembro de 2005, que foi de 31%.

As dívidas com cartões de crédito e financeiras tiveram 32,7% de representatividade, o mesmo que o verificado há um ano. Em terceiro lugar no ranking, os cheques sem fundos foram responsáveis por 30% da inadimplência entre as pessoas físicas, com número abaixo dos 33,4% de novembro de 2005. Por último, os títulos protestados tiveram peso de 2,8%, a mesma participação do período idêntico de 2005.

Entre janeiro e novembro de 2006, o valor médio dos registros de dívidas com o sistema financeiro foi de R$ 1.158,91, número 11,8% superior ao verificado nos 11 primeiros meses do ano passado. Em seguida, ficaram os valores médios dos títulos protestados, de R$ 788,59 (alta de 4,7%); das anotações de cheques sem fundos, de R$ 580,11 (aumento de 8,8%); e dos registros de dívidas com cartões de crédito e financeiras, de R$ 336,62, o que representou crescimento de 27,1%.

 
 
 
Estadão

Leia Também

VOLTOU A SUBIR
Covid-19: Brasil registra 15.609 casos e 373 mortes em 24 horas
ESTAVA DESAPARECIDO
Corpo de pescador é encontrado dentro de jacaré
LIÇÕES DA BÍBLIA
O principal mandamento
BAIXARAM A GUARDA
Covid-19: Brasil registra 390 mortes e 12,9 mil casos em 24 horas
LIÇÕES DA BÍBLIA
Se me amam, guardarão os Meus mandamentos
OPORTUNIDADE DE EMPREGO
Funtrab está com 655 vagas para indígenas interessados em trabalhar em lavouras de maçã em SC e RS
ALERTA TEMPORAIS
Chance de Tempestades (La Ninã) no final do ano é de 87%, aponta atualização do NOAA
LIÇÕES DA BÍBLIA
Ele nos amou primeiro
AUXILIO EMERGENCIAL
Presidente está de acordo a prorrogação do auxílio emergencial
TRAGICO ACIDENTE
Menino de 9 anos morre enforcado com corda de balanço