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Inadimplência de pessoas físicas cai 5% em agosto

13 Set 2006 - 15h42

A inadimplência dos consumidores registrou queda de 5,1% agosto deste ano, quando comparada a julho, segundo o Indicador Serasa de Inadimplência Pessoa Física. O recuo foi registrado após a ligeira alta de 2,6% no indicador em julho em relação a junho.

Na relação com agosto de 2005, no entanto, a inadimplência dos consumidores aumentou 5,6%, aponta a Serasa. O crescimento no Indicador Serasa de Inadimplência Pessoa Física também foi observado no acumulado de janeiro a agosto de 2006. Na comparação com os oito meses do ano passado, a alta foi de 14,2%.

Segundo os técnicos da Serasa, o aumento do salário mínimo, o crescimento da renda e do emprego formal e os baixos índices de inflação atenuaram o impacto negativo do alto endividamento na renda disponível do consumidor, o que contribuiu para a queda do índice.

Cartão de crédito - Segundo o indicador, as dívidas com cartões de crédito e financeiras tiveram o maior peso na inadimplência dos consumidores, em agosto de 2006, com participação de 33,6%, percentual inferior ao registrado em agosto de 2005, que foi de 34,6%.

As dívidas com os bancos ultrapassaram os cheques sem fundos e registraram, em agosto de 2006, a segunda maior participação no indicador de inadimplência dos consumidores, 31,9%. Em agosto de 2005, o peso das dívidas com os bancos na inadimplência da pessoa física foi de 30,1%.

Em agosto de 2006, a terceira maior participação no indicador ficou com os cheques sem fundos, que representaram 31,6% da inadimplência dos consumidores. O índice ficou abaixo do registrado em agosto de 2005, que foi de 32,7%. Os títulos protestados tiveram participação de 2,9% na inadimplência dos consumidores, em agosto de 2006, enquanto que no mesmo mês de 2005, o peso dos protestos foi de 2,6%.

O valor médio das anotações de cheques sem fundos de pessoa física, nos primeiros oito meses de 2006, foi de R$ 574,61. Já o valor médio dos títulos protestados, no mesmo período, foi de R$ 787,88, enquanto os registros de dívidas com o sistema financeiro tiveram um valor médio de R$ 1.107,38 e os registros de dívidas com cartões de crédito e financeiras, de R$ 308,44.

Em relação aos primeiros oito meses de 2005, houve um aumento de 8,4% no valor médio das anotações de cheques sem fundos e uma alta de 6,2% no valor das anotações de protestos. O valor médio das dívidas com cartões de crédito e financeiras aumentou 18,2% em relação aos oito primeiro meses de 2005, e o valor das dívidas com os bancos registrou uma alta de 7,1%.

 

 

Folha Online

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