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IBGE aponta retração no comércio de MS em agosto

19 Out 2009 - 08h40Por Diário MS

A Pesquisa Mensal do Comércio, feita pelo IBGE e divulgada na quinta-feira, aponta queda de 1,3% nas vendas do comércio de Mato Grosso do Sul no mês de agosto em relação ao mesmo mês do ano passado. A média nacional foi positiva, tendo aumento de 4,7%. Em MS, é o segundo mês consecutivo de retração nas vendas, já que em julho a queda foi de 1%. Mas, o acumulado do ano aponta crescimento 2,1%. No acumulado de 12 meses o resultado de MS ainda é mais positivo, ficando em 4,3%.

Em agosto, o volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,7% em relação ao mês anterior (com ajuste sazonal), e a receita nominal 0,8%. Com esses resultados o setor completou quatro meses de taxas positivas. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos de 4,7% sobre agosto do ano anterior e de 4,7% e 5,4% nos acumulados dos oito primeiros meses do ano e dos últimos 12 meses, respectivamente. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 8,0%, 9,6% e de 10,7%, respectivamente (Tabelas 1 e 2).

Para o volume de vendas com ajuste sazonal, houve altas em cinco das dez atividades, pela ordem decrescente de magnitude das taxas: Veículos e motos, partes e peças (2,5%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); Material de construção (1,1%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,8%) e Móveis e eletrodomésticos (0,6%)As variações negativas foram em: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,7%); Combustíveis e lubrificantes (-0,7%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,8%); Tecidos, vestuário e calçados (-2,0%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,9%) (Tabela 1).

Vinte e três Unidades da Federação tiveram resultados positivos na comparação agosto09/agosto08, sendo as taxas mais significativas observadas em: Piauí (23,9%); Sergipe (17,5%); Ceará (8,0%); Alagoas (7,4%); e São Paulo (6,0%) (Gráfico 3). Quanto à participação na composição da taxa do Comércio Varejista, destacaram-se, pela ordem, São Paulo (6,0%); Rio de Janeiro (5,4%); Paraná (5,3%); Minas Gerais (2,9%) e Bahia (5,9%).

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