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Dormir pouco aumenta riscos de derrames e ataques cardíacos

26 Mai 2011 - 09h08Por Correio do Estado

Nova pesquisa da Warwick Medical School, publicada no European Heart Journal , mostra que a privação prolongada do sono e os padrões de sono mais irregulares podem ter consequências graves para a saúde.

Pesquisadores têm ligado a falta de sono a acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e doenças cardiovasculares que muitas vezes resultam em morte precoce.

A tendência de ficar até de madrugada acordado, na verdade, é uma bomba-relógio para a saúde, por isso é precisa agir para reduzir o risco de desenvolver essas condições de vida.

Os autores do estudo conduziram uma investigação que acompanhou a análise de sete a 25 anos de mais de 470 mil participantes de oito países, incluindo Japão, Estados Unidos, Suécia e Reino Unido.

Todo o trabalho do dia a dia está fazendo com que muitos dediquem o precioso tempo de sono para garantir e completar todas as tarefas da rotina.

Entretanto, ao fazer isso, estão aumentando significativamente o risco de sofrer um acidente vascular cerebral ou desenvolver doenças cardiovasculares.

De acordo com os pesquisadores, dormir pouco faz com que as pessoas produzam hormônios e substâncias químicas no organismo que aumentam as chances de desenvolver doenças cardiovasculares, derrames e outras condições de risco como hipertensão, diabetes, colesterol alto e obesidade.

Dormindo cerca de sete horas por noite, você está protegendo a sua saúde futura e reduzindo o risco de desenvolver doenças crônicas.

A alimentação pode te ajudar na hora de dormir!
Segundo a nutricionista do Hospital de Clínicas da Unicamp, Salete Campos, existe uma substância nos alimentos que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano.

"Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".

Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.

A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos.

Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.

Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete.

Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta. A nutricionista aproveita para advertir: "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão".

A Vitamina B6 e o magnésio são outros dois nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama.
 

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