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Delegado confirma: PF que matou PM em Dourados falava com guarda municipal pelo MSN

O policial federal teria dialogado com a guarda municipal por meio do MSN e marcado um encontro

10 Mai 2011 - 05h39Por Nicanor Coelho / Midia Max

O delegado Humberto Perez Lima que preside o inquérito que investiga o enfrentamento ocorrido neste domingo e que resultou na morte de um Policial Militar, em um condomínio na cidade de Dourados, no fim da tarde de domingo, confirmou que a guarda Municipal Zilda Aparecida Rodrigues Ramires, 44, trocou mensagens pela internet com o policial federal Leonardo Lima Pacheco, 36.

O policial federal teria dialogado com a guarda municipal por meio do MSN e marcado um encontro no apartamento dele. Na conversa, ele teria tratado ela como garota de programa e, em troca de uma relação, daria droga a ela.

Os dois não teriam se identificado pela internet. A policial teria contado o caso a dois PMs do serviço reservado, que foi até o apartamento investigar a suspeita. Ali, houve um tiroteio, e o policial federal matou um PM, feriu o outro e também saiu baleado do confronto.

O delegado Perez afirmou que o PF Leonardo Pacheco foi preso em flagrante e continua internado no Hospital Santa Rita sob custódia da Polícia Federal.

O delegado afirmou que tem dez dias para concluir o inquérito que poderá ser prorrogado se Leonardo conseguir o relaxamento da prisão.

Segundo o delegado três armas foram apreendidas no local do crime e que os computadores já foram periciados e em nenhuma das conversas entre Zilda e Leonardo constam assuntos relacionados a drogas ou a programa sexual.

A Polícia Federal emitiu uma nota onde afirma que “ainda hoje instaurará procedimento administrativo disciplinar a fim de apurar eventual transgressão disciplinar por parte do Policial Federal, o qual até o momento não apresenta qualquer registro que desabone sua conduta profissional”.

Leonardo Pacheco veio do estado de Minas Gerais e está em Dourados há quase três anos. Conforme informações o policial federal estava sozinho no apartamento já que sua mulher estaria de viagem em busca de tratamento de saúde para um filho do casal.

Conforme o delegado Humberto Perez, a guarda municipal e o federal Leonardo se conheceram numa sala de bate-papo há pelo menos quinze dias. No momento seguinte ambos trocaram endereços de MSN onde começaram uma conversa mais amiúde.

A guarda municipal subiu ao apartamento 31 que fica no segundo andar do Condomínio Indaiá com a autorização de Leonardo já que no prédio existe apenas um porteiro eletrônico. Com o acionamento do sistema de abre o portão o policial militar Sandro Álvares Morel,36, subiu junto com Zilda. Ao abrir a porta, o policial federal teria disparado seis tiros no policial, matando-o ali. Em seguida, Leonardo trocou tiros com o PM José Pereira de Souza, 36. O PF levou um tiro na barriga e Souza, na perna. Os dois estão hospitalizado.

O corpo de Morel, casado e pai de dois filhos pequenos, ia ser enterrado na tarde desta segunda-feira.

A Guarda Municipal participa de várias redes sociais e a amizade com Leonardo surgiu na internet. O delegado Humberto Perez disse que a polícia não tem outra linha de investigação, mas pretende encontrar concluir o inquérito com as explicações sobre o episódio.

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