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80 já foram demitidos

BR-163 é bloqueada após CCR parar duplicação e operários ficarem sem direitos

Há congestionamento no local e os carros podem seguir no esquema ‘pare e siga’

24 Abr 2017 - 10h32Por Mídia Max

A BR-163 foi bloqueada na manhã desta segunda-feira (24), no posto de pedágio de Jaraguari, a 47 quilômetros de Campo Grande. O protesto é organizado pelo Sinticop (Sindicato dos Trabalhadores na Construção Pesada de MS) que representa os trabalhadores da obra de duplicação da rodovia, que foi paralisada pela CCR MSVia no último dia 12.

Há congestionamento no local e os carros podem seguir no esquema ‘pare e siga’, com bloqueio de 15 minutos e tráfego liberado por cinco minutos. A revisão é de que a manifestação se encerre às 11 horas.

De acordo com o presidente do Sinticop (Sindicato dos Trabalhadores na Construção Pesada de MS), Walter Vieira, a ação é a primeira de uma série de protestos que devem ser organizados nas cidades cortadas pela rodovia e que tiveram a obra paralisada pela concessionária.

Segundo o sindicalista, as primeiras demissões, ocorreram antes mesmo da paralisação da obra. São cerca de 80 operários, da região de São Gabriel do Oeste, que não receberam as verbas rescisórias até o momento. Por conta dessa situação e para garantir que mais cerca de mil trabalhadores, que ainda devem ser demitidos, recebam tudo corretamente o sindicato irá acompanhar o caso e realizar os protestos.

Na próxima quarta-feira (26), também deve ocorrer bloqueio na BR-163. “Os mil ainda estão cumprindo aviso prévio e estaremos acompanhando o processo de demissão até a quitação das verbas rescisórias”. Os operários são terceirizados e segundo Vieira, a empresa está alegando que ainda não recebeu da CCR MSVia para poder pagar os demitidos.

Obras paradas

A CCR MSVia anunciou, no último dia 12, a paralisação das obras de duplicação da BR-163, em Mato Grosso do Sul até que a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) analise o pedido de revisão para mudar as regras do contrato firmado com a União.

A concessionária quer mudanças para duplicar a rodovia ‘onde for necessário’ ao longo dos 30 anos de concessão, podendo terminar o período sem que toda a rodovia tenha sido duplicada. O pedágio vai continuar sendo cobrado mesmo com a obra parada.

O presidente da concessionária, Roberto Calixto, avaliou que a situação ocorreu “em função da crise financeira, da diminuição de receita que a concessionária.

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