Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
quarta, 22 de janeiro de 2020
SADER_FULL
Busca
BANNER BET
Brasil

Bancada de MS pede hoje a Ciro a descentralização do FCO

7 Jul 2004 - 10h27
A bancada de parlamentares de Mato Grosso do Sul, coordenada pelo deputado federal Antonio Carlos Biffi, participa nesta quarta-feira, às 17h00 (Horário de Brasília), de reunião com o Ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, e o diretor da Agência de Desenvolvimento do Centro-Oeste, Athos Magno. Biffi pedirá a desburocratização e a descentralização da linhas de financiamento do FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) atendendo pedido do Fórum da Micro e Pequena Empresa de Mato Grosso do Sul. O parlamentar ressalta que somente 4% dos recursos disponivéis para o segmento, o equivalente a R$ 5 milhões não foram utilizados e corre o risco de ser desenvolvido para a União e cair no rateio geral do ano que vem, o que reduzirá ainda mais o montante. A reunião será acompanhada pela presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Alfredo Fernandes, representando o Conselho Deliberativo do Sebrae-MS.

Para o parlamentar petista uma série exigências cadastrais e garantias impostas pelo Banco do Brasil acabam limitando a liberação de empréstimos para os empresários. Biffi pedirá que outros bancos oficiais, cooperativas de crédito e bancos privados também passem a operar com as linhas do FCO, medida que para ele vai agilizar a liberação dos créditos e fazer o dinheiro chegar na mão daqueles que precisam, colaborando para o aquecimento da economia do Estado. Hoje, pelas normas do Banco do Brasil o candidato ao crédito deve apresentar garantias de até 130% do valor financiado. "Elas devem ser mais flexível", avaliou.


No ano passado foram liberados R$ 280 milhões do FCO para Mato Grosso do Sul. A demanda apresentada para este ano chega até o momento em torno de R$ 370 milhões. Do montante liberado 51%, ou seja, R$ 140 milhões são destinados a micro e mini empreendimentos rurais e urbanos. Até abril deste ano os dois segmentos fecharam 2.043 operações, no valor de R$ 21.9 milhões. De acordo com economista do Sebrae (Serviço Brasileiro da Pequena e Média e Empresa), Rodrigo Maia, além da exigência de 130% de garantia, outro empecilho para o acesso ao crédito é o balanço patrimonial e excesso de rigor na escrituração contábil e a exigência de certidões negativas.

Maia lembra que atualmente o próprio Banco do Brasil e o Sebrae tentam popularizar as linhas de crédito do FCO no Estado, inclusive com visitas aos municípios do interior. No entanto, para ele as normas para concessão de crédito pelo Banco do Brasil as mini, micro e pequena empresa deveriam ser mais flexível. Aponta como argumento o baixo índice de inadimplência em microcrédito do Banco do Banco do Povo de Mato Grosso do Sul (4%) e o Credigente, coordenado pela prefeitura municipal, hoje em 2,5%. Acrescenta ainda as próprias linhas do FCO tem a menor índice de inadimplência, 2,35% , enquanto no Nordeste chega 40% e no Norte 25%.
 
 
RMT Online

Deixe seu Comentário

Leia Também

TRAIÇÃO
Mulher flagra marido com novinha e a faz andar pelada na rua
ENCONTRO ACABA EM MORTE
Moça que foi estuprada e assassinada saiu de casa para se encontrar com um amigo
RAÇA ASSASSINA
Rottweiler mata doze bezerros em propriedade rural
TRAGEDIA NA RODOVIA
Grave acidente envolve três caminhões e um carro na PR 180; uma pessoa morreu
FÁTIMA DO SUL - NESTA QUARTA-FEIRA
Esclarecimentos sobre porte de armas e suas aquisições acontece nesta quarta-feira em Fátima do Sul
ESTUDANTES
Estudantes podem se inscrever no Sisu a partir desta terça-feira
TECNOLOGIA
Clientes de bancos digitais vão poder sacar dinheiro em padarias e supermercados
VALOR INDEVIDO
Mais de 4 milhões de motoristas vão receber restituição da diferença do DPVAT
DESEMPREGO À VISTA
Petrobras vai demitir funcionário aposentado após reforma da Previdência
BORA PRA BONITO - MS
Passeios em Bonito tem até 60% de desconto para sul-mato-grossenses