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Nova Alvorada do Sul - saúde

Único Hospital da cidade sofre com falta de medicamentos e materiais cirúrgicos em Nova Alvorada

População sofre com falta de medicamentos básicos como dipirona e antibióticos

23 Ago 2014 - 10h37Por MS Notícias

O prefeito de Nova Alvorada do sul, Juvenal Assunção Neto (PSDB), sofre queixas da população. Desta vez, depois de ser investigado por superfaturar preços de alimentos adquiridos pela prefeitura para merenda escolar sem entregar aos alunos os alimentos comprados, o tucano virou alvo de mais críticas por descaso para com a saúde do município.

O único hospital que existe em Nova Alvorada do Sul é o Hospital Francisco Ortega se encontra em precárias condições conforme relatos de funcionários e pacientes. De acordo com um paciente que procurou a equipe do MS Notícias, por falta de pagamento de salários aos médicos e enfermeiros, o hospital ficou praticamente abandonado sem profissionais nos últimos três meses.

Embora o prefeito tenha acertado os três últimos salários atrasados na semana passada, as férias ainda não foram pagas e faltam muitos medicamentos e materiais cirúrgicos no hospital, o que compromete o atendimento seguro e de qualidade aos pacientes. O MS Notícias teve acesso, com exclusividade, à lista de medicamentos em falta do hospital.

Ceftriaxona, usado para tratar infecções urinárias, infecções de pele e nos rins. Dramin, frequentemente usado por mulheres grávidas para combater náuseas e dores de cabeça. Outro remédio em falta é Dipirona, usado para combater febre especialmente de crianças.

Além destes, há mais de três meses, não existe no hospital Dimeticona, usado em recém nascidos para combater gases. Outro medicamento em falta é o Eritromicida, usado para tratar de doenças como sífilis e gonorreia. Anti-inflamatórios básicos como Ibuprofeno também estão em falta há meses e pacientes apenas recebem uma receita e são obrigados a comprar os remédios.

 Os pacientes que sofrem de hipertensão são um dos principais prejudicados, pois o Metildopa, principal remédio usado no controle da pressão arterial não pode ser encontrado no hospital. Além dele, Amitriptilina medicamento utilizado no combate à depressão também está em falta.

Além de remédios, materiais cirúrgicos como seringas de dez ml, usadas para aplicação de medicamentos e injeções não existem no hospital há três meses assim como fios de sutura e coletores para exame. Segundo funcionários do Francisco Ortega, nem materiais de limpeza têm sido entregues pela prefeitura.

Os funcionários e alguns pacientes que denunciaram o caso contam que já procuraram a prefeitura diversas vezes para reclamar e pedir ajuda, mas nunca foram recebidos pelo prefeito nem pela secretária municipal de saúde Adeliza Abrami.

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