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Nicanor Coelho: Antes de partir, editor foi a Jateí finalizar livro e receber aval para impressão

Um infarto fulminante matou em Dourados o jornalista Nicanor de Souza Coelho, de 52 anos

19 Dez 2020 - 12h59Por ELIAS FERREIRA / LUPA NEWS

Um infarto fulminante matou em Dourados o jornalista Nicanor de Souza Coelho, de 52 anos. Ele também era editor de livros, além de fazer assessoria de comunicação nos setores público e privado. Seu passamento se deu no começo da tarde do dia 17 de dezembro, mas oito dias antes ele esteve em Jateí para finalizar a última obra sob sua coordenação.

No dia 9 de dezembro, Nicanor se deslocou até Jateí para finalizar um livro produzido por educadores do município, que resgata em grande parte a história do município que faz a maior fogueira do Brasil. O editor manteve contatos com as autoras do livro e ainda se reuniu com o prefeito Eraldo Leite em seu gabinete, de quem recebeu a autorização para a impressão da obra.

O encontro entre Nicanor e Eraldo foi nostálgico, diferente, testemunhado pela professora Telma Gandine – secretária de Administração – e pelo jornalista Elias Ferreira, assessor de Comunicação.

Amigos de três décadas, Nicanor e Eraldo falaram sobre o tempo e sua ação no mundo e entre as pessoas. Na despedida do gabinete, o prefeito e o jornalista trocaram votos de vida longa, encerrando o encontro com uma grande gargalhada depois de uma frase engraçada de Nicanor para Eraldo.

Oito dias depois do reencontro, Eraldo recebeu a notícia da morte de Nicanor momentos antes de sua diplomação na tarde do dia 17 /12 para o quinto mandato como prefeito de Jateí. Impactado, ele manifestou seu sentimento e pediu que, se ainda fosse possível, que incluísse uma homenagem póstuma na obra de Jateí que ele coordenou. Seu pedido foi atendido, as máquinas de impressão foram paralisadas e o livro dedica sua última página ao escritor.

Na homenagem póstuma, Eraldo Leite, a esposa Neres e a vice-prefeita Cileide, se juntam as professoras Elza Augusta Nogueira da Silva e Maria Raimunda Bezerra, para um último gesto. Na mensagem, eles agradecem a contribuição de Nicanor Coelho no trabalho de resgate histórico de Jateí por intermédio da obra que editou. “Somos o que fazemos. Morre o ser, mas suas obras permanecem”, encerra a homenagem póstuma na última página do livro da história e cultura de Jateí, fatos e pessoas.

A obra está em processo final de impressão e deve fica pronta ainda dentro deste mês de dezembro.

 

Acima, Nicanor com Elza Augusta e, abaixo, com Maria Raimunda, finalizando com as autoras últimos detalhes do livro

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