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Miss MG morre após ter AVC em assalto no Distrito Federal

2 Fev 2014 - 14h16Por G1 / Triângulo Mineiro

Marilúcia Fernandes Malaquias, que foi miss Araguari e Minas Gerais na década de 1970, morreu neste sábado (1º), aos 63 anos, quatro dias após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) durante um assalto em Brasília, segundo uma amiga da família, Carmen Lúcia Tavares. Ela foi sepultada no fim da manhã deste domingo (2) no Cemitério Campo da Esperança Asa Sul, no Distrito Federal.

Carmem contou ao G1 que Marilúcia estava em casa com parentes e amigos quando a residência foi invadida por três ladrões, por volta das 21h de terça-feira (28). De acordo com a amiga da ex-miss, os ladrões renderam as 14 pessoas que estavam na casa de Marilúcia e começaram um arrastão. A ex-miss passou mal quando os ladrões ameaçaram dois netos dela, um deles de oito meses de idade.

“Ela desmaiou e os ladrões acharam que ela estava fingindo. Ela só foi socorrida às 2h da manhã”, afirmou Carmen. Segundo a amiga, Marilúcia foi encaminhada ao hospital na madrugada de quarta-feira (29), e teve morte cerebral detectada na tarde de sexta-feira (31). Ela disse que os aparelhos que a mantinham viva foram desligados na manhã deste sábado. "A vida dela foi dedicada à família. Ela foi boa mãe, boa avó, boa mulher", afirmou a amiga que disse que a família está muito abalada e a cidade de Araguari "está de luto".

A ex-miss morava em Brasília desde meados da década de 1970, para onde se mudou com o marido, que é engenheiro. Marilúcia teve três filhos e sete netos. Ela estava casada havia 38 anos e tinha seis irmãos.

G1 tentou contato com uma irmã de Marilúcia, que está em Brasília para o velório e enterro, mas ela não atendeu aos telefonemas. O enterro, de acordo com Carmem, está marcado para as 11h30 deste domingo em Brasília. A Polícia Militar não conseguiu encontrar registro da ocorrência e, segundo a Secretaria de Saúde do governo do DF, Marilúcia não foi encaminhada para a rede pública de saúde.

Violência
O assalto à casa da ex-miss foi mais um dos casos de violência registrados no Distrito Federal nas últimas semanas. A capital federal enfrenta uma onda de crimes, motivada em parte pela operação tartaruga da Polícia Militar.

Nesta sexta-feira, a Justiça do DF considerou o movimento dos policiais ilegal e ordenou o fim da operação tartaruga, sob pena de multa diária de R$ 100 mil às associações de policiais que estão à frente do protesto.

Os PMs e bombeiros de Brasília reivindicam aumento salarial e reestruturação da carreira. O governo do DF já anunciou que não vai dar reajuste à categoria. Nesta sexta, o governador Agnelo Queiroz convocou uma reunião com a cúpula da segurança pública. Ficou acertado que mais policiais estariam em serviço nas ruas.

O comandante da Polícia Militar, Anderson Moura, afirmou que os líderes da operação tartaruga seriam punidos – cinco já teriam sido identificados, segundo ele. A punição pode ir de advertência até demissão.

*Colaborou G1 DF

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